segunda-feira, 27 de julho de 2009
Risco de câncer cai à metade com 30 minutos de exercícios ao dia, diz estudo
A pesquisa indica que, quando uma pessoa pratica esportes de média ou alta intensidade, o consumo de oxigênio aumenta e ajuda o corpo a combater diversos tipos de doença, entre elas o câncer.
Para chegar a essa conclusão, uma equipe de pesquisadores das universidades finlandesas de Kuopio e Oulu acompanhou por quase 17 anos os hábitos de vida de mais de 2,5 mil homens adeptos de práticas esportivas e que tinham de 42 a 61 anos de idade.
Do total dos participantes do estudo, 181 morreram em decorrência de algum tipo de câncer. Os mais frequentes foram de pulmão, próstata, cérebro, na região gastrointestinal e nos nodos linfáticos.
Ao longo da pesquisa, os cientistas estudaram os hábitos esportivos dos voluntários para determinar, em unidades metabólicas (MET), qual a quantidade de oxigênio consumida durante a prática de exercícios segundo a intensidade do mesmo.
Ficou constatado, por exemplo, que a quantidade de oxigênio consumida numa caminhada normal, numa caminhada acelerada e durante o nado é de 4,2 MET, 10,1 MET e 5,4 MET, respectivamente.
Em média, a quantidade de oxigênio consumida por todos os voluntários em seus exercícios era de 4,5 MET. Por dia, eles dedicavam 66 minutos a atividades físicas.
No entanto, 27% deles sequer dedicavam meia hora de seu dia à prática de esportes.
Com esses dados na mão, os pesquisadores concluíram que um aumento de 1,2 MET na quantidade de oxigênio consumida durante exercícios reduz os riscos de câncer, especialmente de pulmão e na região gastrointestinal.
Durante o trabalho, os cientistas avaliaram outros fatores exógenos, como a idade, o consumo de álcool e tabaco, a alimentação e o índice de massa corpórea de cada um.
Na praia, tome cuidado também com a areia suja
Para o estudo, pesquisadores obtiveram informações de contato de mais de 25 mil visitantes em sete praias - ao longo de 11 quilômetros milhas de estações de tratamento de esgoto. C
erca de dez dias depois, os pesquisadores telefonaram e perguntaram como eles haviam passado seu dia na praia, e se haviam enfrentado problemas como náuseas ou diarreia desde então. Quem cavou a areia, segundo o estudo, apresentou uma probabilidade significativamente maior ficar doente - sendo mais afetados aqueles que se deixaram enterrar na areia. Crianças pareceram correr ainda mais riscos. Não é incomum que o banho de mar seja temporariamente proibido quando há altos níveis de coliformes fecais, muitas vezes de estações de tratamento, fluindo de cidades ou da vida animal, até que a água esteja limpa. Pode ser um pouco mais complicado quando se envolve a areia, disse o principal autor do estudo, Christopher D. Heaney, da Universidade da Carolina do Norte, em Chapel Hill. É possível que a bactéria continue vivendo na areia mesmo depois que os níveis de contaminação na água tenham retornado a normalidade.
Ferramentas científicas ajudam na guerra contra remédios falsificados
Minutos mais tarde, depois de passar a nota através das máquinas de alta tecnologia do laboratório, os químicos descobriram o que procuravam: indícios de cocaína.
Fernandez, professor do Georgia Institute of Technology, disse que a demonstração, repetida com outras notas oferecidas por um repórter, mostrou o quanto a cocaína está penetrada nos Estados Unidos e como aquelas máquinas eram sensíveis.
Elas são capazes de identificar instantaneamente os elementos químicos de alimentos, drogas e praticamente tudo que se coloca diante de sua abertura de aço inoxidável. Os usos das máquinas, conhecidas como espectrômetros de massa, são muitos - o Departamento Federal de Segurança Nacional ajudou financeiramente no estudo de Fernandez, a fim de descobrir se a tecnologia pode ajudar na busca por explosivos em aeroportos.
No entanto, o foco principal de Fernandes são medicamentos falsificados, especialmente em países ricos, onde a regulamentação governamental é fraca. Ele faz parte de um grupo informal de pesquisadores e oficiais do governo da África, Ásia e Estados Unidos, que se uniram à Interpol, a agência internacional de polícia, para usar tecnologia de ponta a fim de rastrear medicamentos falsificados que alegam tratar a malária. Medicamentos contra a malária falsificados representam uma preocupação especial devido à escala e à gravidade da doença - ela mata mais de duas mil crianças por dia, somente na África - e aos temores de que drogas falsificadas ou que não atendem às regulamentações estão agravando um problema crescente de resistência aos medicamentos.
Durante anos, cientistas têm sido capazes de analisar os ingredientes de uma pílula ou cápsula usando espectrômetros de massa, que identifica as substâncias químicas ao medir a massa molecular. Entretanto, o processo como um todo era demorado, levando cerca de uma hora por amostra.
Um marco científico, ocorrido em 2005, acrescentou uma "arma de íon" às máquinas e permitiu a Fernandez checar centenas de pílulas por dia. Um técnico simplesmente segura a amostra - uma pílula, comida de cachorro ou nota de dólar, por exemplo - em direção à maquina, que emite jatos de gás hélio e captura uma quantidade mínima do material, identificando instantaneamente seus componentes.
Ao contrário da crença comum de que medicamentos falsificados são apenas pílulas de açúcar, disse Fernandez, a maioria deles tem algum nível de ingrediente ativo. Muitos contêm o analgésico paracetamol, barato e amplamente disponível, que pode temporariamente aliviar alguns sintomas, mas não combate verdadeiramente a doença.
Às vezes, pesquisadores encontram químicos perigosos ou bastante inesperados. Uma vez, quando analisavam o que se acreditava ser uma pílula anti-malária, sua equipe descobriu pequenas quantidades de sidenafil, o principal ingrediente do medicamento contra impotência Viagra.
"Nos sentimos como detetives", disse Fernadez, natural da Argentina. "Nunca sabemos o que vamos encontrar".
O negócio dos medicamentos falsificados se tornou cada vez mais atraente para grupos criminosos. O potencial de lucros é vasto, mas a punição para aqueles flagrados na atividade é tipicamente menos severa que para o tráfico de drogas ilegais, como cocaína, afirmam oficiais de cumprimento da lei.
Isso ocorre na Ásia, onde muitos países impõem pena de morte para o tráfico de heroína, ecstasy ou até mesmo maconha, mas o combate aos medicamentos falsificados não é uma prioridade.
Há três anos, a Organização Mundial de Saúde estimou que um em cada quatro medicamentos farmacêuticos vendidos nos países em desenvolvimento era falsificado. É impossível saber exatamente em que nível isso ocorre, mas existe um consenso geral de que os níveis de falsificação de medicamentos são "inaceitavelmente altos", nas palavras da própria OMS.
"Descobrimos que nenhum tipo de medicamento foi poupado", disse Aline Plancon, chefe do departamento de medicamentos falsificados da Interpol. "Não são apenas remédios básicos. Há também medicamentos medicinais, vacinas, entre outros".
Os remédios falsificados se tornaram mais sofisticados nos últimos anos, fabricando pílulas e embalagens idênticas às dos medicamentos verdadeiros.
Porém, como o trabalho de Fernandez e de outros, o trabalho de detetive também está se tornando mais tecnológico, com a ajuda de ferramentas forenses inovadoras.
Dallas C. Mildenhall, outro cientista na rede contra os medicamentos falsificados, ajuda a rastrear as drogas falsas ao analisar os grãos de pólen microscópicos nas pílulas ou embalagens. Investigadores forenses usaram grãos de pólen durante décadas para ajudar a resolver casos de assassinato e outros crimes, mas Mildenhall foi pioneiro a usar grãos minúsculos, que estão em todos os lugares, em roupas, narinas, cabelos, alimentos e quase tudo que fica exposto ao ar, para ajudar a combater a falsificação de medicamentos.
Pelo fato de que muitas plantas são específicas de certas partes do mundo, o pólen ajuda a determinar onde as drogas foram produzidas. "Marcas de pólen nos dão uma ideia do ambiente", disse Mildenhall, por telefone, de seu escritório na Nova Zelândia, onde ele trabalha como pesquisador na GNS Science, uma organização governamental. "É molhado, seco, quente, frio? O solo é ácido ou não?"
O trabalho de Mildenhall ajuda a estabelecer que muitas drogas falsificadas vêm da área de fronteira entre a China e o Vietnã, assim como a área próxima ao Triângulo Dourado - local famoso pela produção de heroína, onde as fronteiras de Laos, Mianmar e Tailândia se encontram.
Há três anos, uma análise realizada por Mildenhall de grãos de pólen e minerais específicos encontrados em medicamentos falsificados ajudaram a atrelar a produção a um local particular no sul da China. Numa operação chamada de Operação Júpiter, a Interpol entregou as provas, e o governo chinês prendeu três suspeitos.
Agora, Mildenhall está envolvido num projeto liderado por Paul N. Newton, diretor do Centro Universitário Oxford para Medicina Tropical no Laos, que busca determinar se medicamentos anti-malária falsificados encontrados na África foram importados da Ásia ou produzidos localmente.
"Na África, muitas vezes se diz que as drogas falsificadas vêm da Índia e da China", disse Newton, de seu escritório em Vientiane, capital do Laos. "Não temos provas no momento para confirmar ou negar essa afirmação".
Os resultados do estudo deverão ser divulgados no final deste ano, disse Newton, que liderou pesquisas sobre medicamentos anti-malária falsificados.
O uso da tecnologia para combater a falsificação de medicamentos tem sido um "complemento necessário" para um trabalho policial à moda antiga, disse Plancon, da Interpol. No entanto, ela firmou que o principal obstáculo para a repressão da falsificação era a falta de disposição política e cooperação entre países.
"Os políticos precisam entender que este problema é muito mais sério do que pensam", disse ela, em entrevista por telefone, de seu escritório em Genebra. "Quanto mais trabalhamos nessas redes criminosas, mais observamos que elas estão interconectadas por todos os continentes".
Plancon afirmou que a polícia estava descobrindo grandes quantidades de medicamentos falsificados na Ásia. No ano passado, numa coordenada ação policial de repressão, chamada de Operação Storm, a Interpol anunciou que 200 incursões policiais no sudoeste da Ásia resultaram na apreensão de 16 milhões de doses de medicamentos falsificados, com um valor de venda de US$ 6,6 milhões.
Oficiais do Camboja, China, Laos, Mianmar, Cingapura, Tailândia e Vietnã participaram da operação, que resultou em 27 prisões.
Sabine Kropp, chefe das atividades anti-falsificação de medicamentos da OMS, disse que o papel da Interpol tem ajudado a pressionar governos a tomar atitudes. "Existe muito mais discussão", disse Kopp. "Existe muito mais consenso para compartilhar informações".
Todavia, existem também sinais de que o problema está se espalhando. Plancon afirmou que a polícia estava descobrindo não apenas medicamentos falsificados, mas outros objetos médicos, como sacos de sangue, seringas, curativos e lentes de contato.
Espectrômetros de massa podem ter um importante papel em eliminar alguns dos medicamentos falsificados. Fernandez, da Geórgia Tech, está usando-os para testar se redes de mosquito tratadas com inseticida, uma forma crucial de combate à malária, são autênticas.
Uma grande limitação do uso da tecnologia é o custo. Um espectrômetro de massa típico vale cerca de US$ 150 mil, algo impraticável para governos de países mais pobres.
Entretanto, com o tempo, Fernando espera que os custos diminuam o suficiente para que as máquinas possam ser instaladas em farmácias locais.
"Sempre sonho que, em algum momento, o consumidor final possa checar a autenticidade do medicamento", disse Fernandez. "Você coloca o comprimido diante de uma máquina e recebe uma luz verde ou vermelha. Isso seria o fim dos medicamentos falsificados".
UESB divulga o Boletim de desempenho: Vestibular 2009.2
A segunda chamada deste Vestibular será divulgada logo após o período de matrícula, que ocorre entre os dias 3 e 7 de agosto. Fique atento. Afinal, esta pode ser uma grande chance para ingressar na universidade que mais cresce no interior da Bahia. Boa sorte!
Vestibulandos do Anglo opinam sobre fazer faculdade em outra cidade
Mudança implica em responsabilidades e amadurecimento pessoal.
Além da pressão para escolher o curso certo, o jovem que prestará vestibular em outra cidade tem ainda uma outra preocupação: morar sozinho pela primeira vez.
A mudança implica em assumir, muitas vezes, responsabilidades que antes cabiam aos pais, como cuidar da rotina da casa e de si próprio.
Estudante brasileiro ganha ouro em olimpíada internacional de matemática
De malas prontas para os Estados Unidos, onde estudará no renomado MIT (sigla para Massachusetts Institute of Technology), Henrique Pondé de Oliveira Pinto leva na bagagem uma medalha de ouro recém-conquistada na Olimpíada Internacional de Matemática, realizada neste ano na cidade alemã de Bremen.

O medalhista de ouro Henrique Pondé (o 4º da esquerda para a direita) entre os outros estudantes brasileiros e o líder da equipe, Carlos Shine (o 1º da esquerda) (Foto: Divulgação)
Para conseguir o feito na competição, considerada pela Unesco a maior importante na área, ele precisou passar por dois intensos de exames. Em cada um deles, foi aplicada uma prova com três problemas, que deveriam ser resolvidos em quatro horas e meia. Foram duas questões de geometria, duas de álgebra, uma de teoria dos números e uma de combinatória. Cada pergunta vale sete pontos, totalizando 42. É bastante puxado mesmo. Nenhuma das questões é contextualizada. Mas, na verdade, todos os problemas têm soluções simples porque os examinadores não pedem nenhuma teoria muito absurda, que ninguém conheça. É preciso só de treino”, diz ele, que conseguiu 35 pontos na prova. Outros competidores que obtiveram notas semelhantes também levaram ouro. “Não sei a nota de corte, mas é alta.”
Aos 18 anos, Henrique é veterano nesse tipo de competição. Ele participou das olimpíadas nacionais desde a 5ª série –e levou ouro em todas elas. Na etapa internacional, já era a terceira vez que disputava, mas este foi o seu primeiro ouro. Nos dois anos anteriores, conseguiu a prata.
O gosto pela matemática ele atribui à influência paterna. “Meu pai sempre gostou de matemática e mostrava desafios de lógica e de matemática para mim e meu irmão, que acabou se formando em matemática aplicada na Unicamp. Acho que é uma coisa que está no sangue.”
A mudança em breve para os Estados Unidos não o deixa tão inseguro. “Claro que vou sentir bastante falta da minha família, mas, como já tinha passado por uma etapa intermediária, acho que vou me acostumar bem”, diz ao se referir a sua mudança de Salvador, onde nasceu, para São Paulo em 2008. “Acabei mudando para São Paulo para fazer o último ano do ensino médio, porque teria mais oportunidade para treinar e me preparar para as olimpíadas”, conta.
Melhor desempenho
Outros cinco brasileiros participaram da competição, que aconteceu de 14 a 21 de julho e reuniu jovens de 14 a 19 anos de mais de 100 países.
No desempenho geral, a equipe brasileira também se superou e obteve o seu melhor resultado desde que começou a participar das olimpíadas internacionais, em 1979. Além do ouro de Henrique, o Brasil levou três medalhas de prata e duas de bronze. Com esse resultado, ficou em 17º lugar.
A conquista foi bastante comemorada pela organização da Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM), que faz a seleção dos que irão disputar a etapa internacional.
“O grau de dificuldade das questões é bastante alto. Para chegar nesse estágio, é preciso um trabalho de dois anos. A preparação exige bastante dos candidatos mesmo”, afirma Carlos Shine, coordenador acadêmico da OBM.
Para se chegar nos seis estudantes que representaram o Brasil, houve uma seletiva somente com os medalhistas da fase nacional, que foram cerca de 30. “O nível das quatro provas de seleção já é bom, o que ajuda a selecionar bem”, avalia.
A artrose ou osteoartrite é genética?
Quatorze grupos contribuiu com dados sobre polimorfismos e artrose ou osteoartrite do joelho, quadril e mãos. Em relação ao polimorfismo, o número total de casos e controles, respectivamente, foi de 5789 casos e 7850 controles do mesmo sexo e idade para OAA de quadril, 5085 e 8135 para OAA de joelho, e 4352 e 10843 para OAA das mãos. Para cada estudo individual, os odds ratios (ORs, significa chance de ter artrose ou osteoartrite) específicos para sexo e idade foram calculados para cada fenótipo( tipo de artrose) de OAA investigado. Os ORs para cada fenótipo foram sintetizados utilizando modelos de efeitos fixos e modelos de efeitos randômicos para efeitos baseados em alelos, e também para efeitos de haplótipos em relação à FRZB.
Um OR resumido significativo de efeitos para OAA de joelho foi demonstrado para sem heterogeneidade significativa. Estimativas dos tamanhos de efeito para OAA de quadril e das mãos foram semelhantes, porém uma grande heterogeneidade interestudos foi observada e a significância estatística foi limítrofe .Análises para polimorfismos de FRZB e haplótipos não revelaram quaisquer sinais estatisticamente significativos, exceto para associação limítrofe OAA de quadril
Os pesquisadores concluíram que as evidências de associação entre o polimorfismo genético e osteoartrite são substancialmente fortes, porém os efeitos genéticos são consistentes em diferentes populações apenas para osteoartrite de joelho. Os achados desta pesquisa colaborativa não corroboram a noção de que os polimorfismos possuem qualquer efeito genético mensurável sobre osteoartrite.
Golfinho tenta impedir mulher de sair do mar na Nova Zelândia
da BBC
Um golfinho brincalhão levou uma banhista a entrar em pânico na Nova Zelândia, a
o tentar fazê-la permanecer mais tempo no mar brincando.
Ambos estavam brincando nas águas da praia de Mahia, no norte da ilha. Passado certo tempo, cansada e com frio, a mulher decidiu sair da água.
Entretanto, o animalzinho não queria parar de brincar e fez de tudo para que ela não voltasse à praia, ela contou, após o episódio.
Frequentadores de um café perto do local escutaram os gritos da banhista por ajuda e arrumaram um barco para resgatá-la. Encontraram-na agarrada a uma boia.
A mulher, que preferiu permanecer anônima, disse que em nenhum momento o golfinho pareceu ameaçador.
"Eu fui nadar sozinha um tanto tarde, o que provavelmente não foi a decisão mais sábia", afirmou ela ao jornal local "Gisborne Herald".
"Brincamos por um tempo, mas quando eu quis voltar ele quis continuar brincando. Eu estava exausta e entrei em pânico."
Moko, o golfinho nariz-de-garrafa do episódio, é um conhecido mascote da área. Ele ganhou fama mundial em março do ano passado ao salvar duas baleias encalhadas na praia. Foi visto guiando os dois outros mamíferos, mãe e filha, ao longo de um estreito canal de água até um local seguro.
Durante o verão, centenas de banhistas se divertem brincando com ele. Mas, no inverno, quando a temperatura beira zero grau nas águas do norte da Nova Zelândia, apenas uns poucos se atrevem a encarar o mar vestindo roupas térmicas.
Moradores acreditam que na estação fria Moko se sinta solitário e entediado.
Cientistas já expressaram preocupação com o mamífero, que tem cicatrizes causadas por barcos e por um arpão.
Cursinhos perdem até 80% dos alunos
Auge foi nos anos 70 e 80, quando os vestibulares das principais universidades ainda valorizavam o chamado "decoreba"
Para consultor, expansão das faculdades particulares absorveu alunos menos preparados e ajudou a esvaziar os cursinhos

Com apogeu nos anos 70 e 80, quando eram uma etapa quase indispensável para os que tinham o objetivo de seguir estudos universitários, os cursinhos encolheram. Inexistem estatísticas oficiais sobre o setor, mas, após ouvir professores, empresários e consultores, a Folha apurou que os pré-vestibulares perderam de 70% a 80% das matrículas na comparação com a fase áurea.
O encolhimento é apenas a manifestação econômica da cultura que se constituía em elogio do saber enciclopédico, do chamado decoreba. Acabaram-se as aulas-show, em que professores inventavam paródias musicais para alunos memorizarem equações da cinemática, doenças causadas por protozoários, elementos químicos halógenos ou o número de pés no filo dos artrópodes.
Dono de uma consultoria educacional, Maurício Costa Berbel, aponta algumas causas. "Uma delas, certamente, foi o fato de os vestibulares das principais universidades e o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) terem aposentado a ideia de que o melhor candidato a uma vaga no ensino superior seja aquele com mais capacidade de memorização."
Em vez disso, passou-se a valorizar o raciocínio e a transdisciplinaridade "e essa é uma característica difícil de ser aprimorada em classes com mais de cem alunos, como era comum nos principais cursinhos", afirma o consultor.
Mas o fator principal da queda foi a proliferação dos cursos superiores particulares, que teve início em meados dos anos 90. Para dar uma ideia do tamanho da ampliação, há hoje 2.200 instituições de ensino superior nas quais ingressam por ano quase 1,5 milhão de alunos. No início dos anos 1970, as não mais de 200 universidades ofereciam 80 mil vagas por ano.
Realistas, alunos menos preparados se deram conta de que dificilmente entrariam nas disputadíssimas vagas de universidades públicas; era melhor ir direto para uma faculdade particular e poupar seis meses ou um ano de mensalidade de cursinho, afirma Berbel. Sintomaticamente, foram as turmas do período noturno, aquelas frequentadas pelo público obrigado a trabalhar durante o dia, as que mais sofreram com a mudança. Vários cursinhos já nem oferecem essa opção.
Em 2005, veio o ProUni (Programa Universidade para Todos), o qual, ao conceder vagas gratuitas em faculdades privadas para alunos de baixa renda, ampliando ainda mais a possibilidade de acesso ao ensino superior, trouxe mais dificuldades aos cursinhos. Desde sua criação, o ProUni já ofereceu 888 mil bolsas.
Outro fator que contribuiu para a queda foi o advento dos chamados "cursinhos populares", a partir dos anos 90. Gratuitos ou com mensalidades que chegam a 1/ 10 do cobrado pelos tradicionais, eles geraram uma guerra de preços que acabou canibalizando o setor.
Quem ainda se dá bem no negócio dos cursos pré-vestibulares acabou reduzindo o número e o tamanho das turmas, focando-se em um público abonado, disposto a lutar por disputadíssimas vagas das melhores instituições, como medicina, engenharia e direito das universidades públicas.
Jorge Ovando, gerente de marketing do Intergraus -900 alunos por ano, anuidades que em alguns cursos ultrapassam os R$ 10 mil-, explica que a aposta do grupo é em classes pequenas, extensas cargas horárias (mais de 44 horas por semana), tratamento personalizado. Opção idêntica fez, por exemplo, o curso Poliedro.
Esse movimento não significa que os grupos empresariais que mantinham os cursinhos estejam em extinção. Ao longo das últimas três décadas eles diversificaram suas atividades. Boa parte se expandiu para atender também o ensino médio e o fundamental. Alguns se tornaram universidades (são de proprietários de antigos cursinhos algumas das maiores universidades do país). Exemplo disso é a Unip, que nasceu do cursinho Objetivo, com suas 130 mil matrículas (a USP tem 86 mil). Procurado pela reportagem para falar sobre o encolhimento do cursinho, o Objetivo não quis se pronunciar.
Segredo do novo exame é o modelo matemático
O segredo por trás do novo Enem é um modelo matemático que atende pelo nome de Teoria de Resposta ao Item (TRI). Desenvolvida nos anos 50 e 60, a TRI promete testes mais refinados, que permitem comparar alunos submetidos a provas diferentes e a performance de uma mesma instituição ao longo dos anos.
É a metodologia usada em provas já consagradas como o SAT (o Enem dos EUA) e o Pisa (usado para comparar sistemas de ensino de diferentes países). A ideia central é que cada questão ou item possui duas características especialmente relevantes: o grau de dificuldade e o de discriminação.
Parâmetros
Se a pergunta for fácil, será respondida por quase todos os que estão mais preparados e por parte dos que se mostram menos preparados; se for difícil, será respondida somente por alguns dos mais hábeis.
Já a discriminação traduz a eficácia com que o item distingue entre os mais e os menos competentes.
O que a TRI faz é reunir esses dois parâmetros em um modelo matemático que permite atribuir a cada candidato uma pontuação que leva em conta não só os acertos como também o grau de dificuldade de cada questão e a coerência nas respostas.
Com isso, nem todos os estudantes recebem os mesmos pontos pelos mesmos acertos. Um aluno que acertar uma questão difícil, sem ter resolvido um número razoável de outras mais fáceis, receberá por aquele acerto uma pontuação menor do que o aluno que tenha demonstrado coerência ao longo de toda a prova.
Evidentemente, o sistema precisa ser calibrado tanto para o grau de dificuldade como para o de discriminação de cada item. Uma série de testes com alunos de faculdade e das séries iniciais do ensino médio permitirá que o MEC forme grandes bancos de questões. A própria sucessão de exames refinará ainda mais o sistema.
Sob críticas, Enem ainda é aprimorado
Bolado pelo MEC como forma de avaliar escolas e selecionar alunos para faculdades -pretende-se que substitua os vestibulares-, o Enem está longe de ser uma unanimidade. Nicolau Marmo, coordenador do Anglo Vestibulares, diz que o exame "está errado". Como tem muitos propósitos, acaba não servindo especificamente para nada. "Não faz uma coisa nem outra", diz.
Há, ainda, o risco de fraudes, que cresce à medida em que o exame ganha aceitação em faculdades mais concorridas. A prova terá de ser distribuída para 4,5 milhões de alunos em todo o país.
"O Enem é uma obra em andamento." É assim que Reynaldo Fernandes, presidente do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), o órgão incumbido de preparar o exame, defende-o das críticas mais ácidas.
Fernandes diz que a possibilidade de fraude é uma das grandes preocupações do Inep. Para tentar assegurar o sigilo do exame, está previsto isolar a gráfica com agentes da Polícia Federal enquanto os testes são impressos e retardar ao máximo seu envio para os locais de prova -operação a ser feita com carros-fortes.
Segundo Fernandes, é preciso diferenciar a "cola" do vazamento: enquanto a primeira tem efeitos em geral autolimitados, o segundo pode ser devastador, em especial se ocorrer mais de 24 horas antes da hora da prova.
Embora o exame deste ano tenha apenas uma prova (apresentada em várias versões, em que a ordem das perguntas é embaralhada), a ideia é que as próximas edições contem com diversos modelos, nos quais as questões não sejam as mesmas. Segundo o presidente do Inep, um exame com várias dezenas de provas diferentes distribuídas aleatoriamente seria, para efeitos práticos, inviolável.
Grupo estuda limitar o desenvolvimento da inteligência artificial

São Paulo, segunda-feira, 27 de julho de 2009(folha de SP)
Robôs que sozinhos podem abrir portas ou então encontrar energia quando precisam ser recarregados. Impressionados e alarmados pelos avanços da inteligência artificial, um grupo de cientistas da computação está debatendo como eles podem colocar limites nas pesquisas que poderão levar a perda do controle humano em determinadas tarefas. Apesar de os cientistas concordarem que a criação de um HAL, o robô do filme "2001:Uma Odisseia no Espaço", ainda está longe, cada vez mais, esses novos equipamentos vão forçar os humanos a conviver com as inteligências artificiais. O que vai ocorrer se a tecnologia da inteligência artificial for usada para minar as informações pessoais dos telefones inteligentes? Para Paul Berg, vencedor do Nobel de química em 1980, é importante que a comunidade científica promova o engajamento do público nessas questões, antes que ações alarmistas e de oposição comecem a surgir. Para Eric Horvitz, pesquisador da Microsoft que já organizou importantes eventos sobre o tema este ano, mais cedo ou mais tarde será preciso criar normas para o uso e o desenvolvimento das tecnologias artificiais. Mesmo assim, o cientista afirma que esses projetos vão beneficiar os humanos. Como a criação de um robô que, por exemplo, responda com empatia ao portador de alguma doença.
Obesidade provoca pane no sistema de defesa do corpo
Excesso de peso estaria ligado ao diabetes tipo 2, indica estudo feito em animais
Pesquisas simultâneas publicadas ontem mostram que drogas antialérgicas poderiam tanto prevenir a doença quanto tratá-la

A obesidade pode causar o diabetes tipo 2 (resistência à insulina), induzindo uma pane no sistema de defesa do corpo. E drogas antialérgicas podem prevenir e tratar a doença em indivíduos acima do peso, indica uma descoberta simultânea de quatro grupos de pesquisa.
Numa iniciativa conjunta, todos publicaram seus estudos ontem no site na revista "Nature Medicine", revelando o resultado de experimentos feito com camundongos.
No primeiro dos trabalhos, cientistas conseguiram reduzir tanto a obesidade quanto a taxa de diabetes tipo 2 em roedores tratados com cetotifeno e cromoglicato -dois antialérgicos usados para combater a asma. O teste, conduzido por pesquisadores da Escola Médica de Harvard, de Boston (EUA), deve ser repetido em macacos.
"A melhor coisa dessas drogas é que nós já sabemos que elas são seguras para pessoas", afirmou o biomédico Guo-Ping Shi, um dos autores da descoberta. "Resta saber se elas vão funcionar [contra diabetes]".
Não foi à toa que quatro iniciativas diferentes chegaram à mesma conclusão quase ao mesmo tempo. A existência de interação entre o sistema imune e o metabolismo já era conhecida e consta até de livros-texto de medicina. Aquilo que médicos acreditavam ser uma relação muito indireta e complexa, porém, é pintada nos novos estudos como uma interação extremamente próxima.
"Pelo visto, estamos vendo o surgimento de uma nova disciplina: o imunometabolismo", diz Diane Mathis, líder do outro estudo de Harvard.
Além de mostrar a eficácia de medicamentos comuns para prevenir e tratar o diabetes nas cobaias, a importância dos novos estudos é que eles detalham diversos processos moleculares em que a obesidade interage com o diabetes tipo 2.
Diferentemente do tipo 1, na qual o pâncreas é atacado pelo sistema imune, o diabetes tipo 2 ocorre quando células do corpo se tornam avessas à insulina, hormônio produzido no pâncreas usado para processar açúcar. Os estudos que saem agora mostram o lado imunológico do diabetes de tipo 2, que não era totalmente claro.
"É possível que a inflamação causada pelos macrófagos [tipo de glóbulo branco que combate organismos invasores] resulte em resistência à insulina", diz Steven Shoelson, endocrinologista que participou do estudo de Mathis. Inflamações leves, mas crônicas, no tecido adiposo de obesos, seriam então a bomba-relógio do diabetes tipo 2.
O estudo de Shi mostrou que, no tecido adiposo de camundongos obesos, células que atuam no processo de cicatrização parecem provocar inflamações e alergia.
Foi aí que apareceu a ideia de testar as drogas antialérgicas. Os animais que receberam as drogas e entraram numa dieta com exercícios tiveram uma melhora de quase 100%.
Parto normal ou cesárea?
"Cesárea deve ser uma opção sempre que o risco do parto vaginal for maior do que pela cesariana"
Essa dúvida é bastante comum para a maioria das mulheres grávidas: qual é o melhor parto? Atualmente, quase 85% dos partos na rede privada e 31% da rede pública são cesarianas.
Mas quais são os benefícios e quando são indicados esses tipos de parto?
Ainda hoje, algumas mulheres optam pelo parto natural - que é basicamente quando o médico simplesmente acompanha o parto, sem intervenções - como anestesias, induções ou rompimento artificial da bolsa. Neste caso, o ritmo e o tempo da mulher e do bebê são respeitados e, para alívio das dores, são utilizadas técnicas de respiração e relaxamento. A principal desvantagem desse processo é que pode levar várias horas.
Por outro lado, o parto normal pode ter intervenções do obstetra, acelerando o trabalho de parto e aliviando as dores com anestesia, mas sem prejudicar a mãe, o bebê ou a evolução do trabalho de parto. "A vantagem em relação à cesárea é a recuperação pós-parto é mais rápida", explica o ginecologista e obstetra Edílson Ogeda. Além disso, há menor chance de infecções e hemorragias.
Tanto o parto normal sem anestesia quanto o natural pode ser realizado na posição em que a mulher julgar mais confortável: em pé, de cócoras ou até mesmo dentro d'água.
Quando optar pela cesárea?
A cesárea deve ser uma opção sempre que o risco do parto vaginal for maior do que pela cesariana. "Isso pode ocorrer em situações clínicas ou obstétricas que aumentem o risco para a mãe ou bebê, como por exemplo, em caso de desproporção do tamanho do bebê em relação à pelve, infecções, gestantes diabéticas, hipertensas ou posição desfavorável do bebê", diz.
Os médicos também podem optar pelo procedimento cirúrgico quando um trabalho de parto não progredir naturalmente. Nesses casos, as complicações são mais possíveis, por se tratar de uma cirurgia de emergência.
A mulher normalmente recebe anestesia intradural - algumas vezes até geral. Em seguida, o médico fará um corte de aproximadamente 10 centímetros acima dos pelos pubianos, por onde retirará o bebê e removerá a placenta. "Neste caso, a recuperação da mulher é mais lenta e a dor deve ser controlada com analgésicos. Além disso, há maior risco de infecção e de o bebê apresentar problemas transitórios", conclui.
Importância do pré-natal
Um bom acompanhamento pré-natal permite que o médico saiba de antemão possíveis problemas que podem obrigar à realização de uma cesariana. Alguns exemplos são quando a mãe sofre de pressão alta ou se é diabética. "Vale frisar que o melhor parto é aquele que traz o maior benefício para a mãe e para o bebê", diz o médico.
Saibam mais sobre as Profissões!! EDUCAÇÃO FÍSICA

É a promoção da saúde e da capacidade física por meio da prática de exercícios e atividades corporais. O bacharel ou licenciado em Educação Física organiza, executa e supervisiona programas de atividades físicas para pessoas ou grupos. Prepara crianças e adultos para as inúmeras modalidades de esporte. Auxilia no tratamento de portadores de deficiência, aplicando exercícios especiais. Pode trabalhar com grupos, em escolas, clubes e academias de ginástica, ou prestar atendimento individual, como personal trainer. É possível, ainda, atuar sozinho ou participar de equipes multiprofissionais com médicos, psicólogos e fonoaudiólogos. Para exercer a profissão é obrigatório o registro no Conselho (Confef/Crefs).Para lecionar, é necessário o diploma de licenciatura.
O mercado de trabalho
Quem se forma em Educação Física não tem dificuldade em encontrar emprego, e o mercado deve continuar em ascensão nos próximos anos. A área de ensino (fundamental e médio) é somente um dos campos de atuação, mas onde mais se concentram as oportunidades de trabalho formal. O aumento do número de vagas está relacionado principalmente à conscientização da importância da atividade física para garantir uma vida mais saudável. O Conselho Federal de Educação Física (Confef) contabiliza 12 mil academias de ginástica no país. Além do público em geral, um novo grupo as tem procurado: idosos que buscam condicionamento físico e qualidade de vida. O trabalho como personal trainer está em alta, tanto em academias como em aulas particulares. As universidades dão boas chances para a realização de projetos de pesquisa sobretudo nas áreas de adaptação e saúde, terceira idade e treinamento. Na saúde, o profissional integra equipes médicas em clínicas e hospitais, onde atua, por exemplo, na prevenção e na recuperação de pacientes cardíacos, controle da diabete e da obesidade, principalmente com crianças e idosos. O mercado corporativo também absorve educadores nos segmentos de prevenção, qualidade de vida e ginástica laboral. Especializações em biomecânica, desenvolvimento humano e esportes estão em alta. Há boa oferta de emprego nas regiões Sudeste e Sul, mas as vagas crescem também no Norte e no Nordeste.O curso
Ao longo do curso, você encontra muitas matérias da área de biológicas, como anatomia, fisiologia e ortopedia. Aprende, ainda, estatística, administração e economia, afora disciplinas específicas, como desenvolvimento motor. Além do estágio, algumas escolas exigem uma monografi a de conclusão. Para dar aula é preciso fazer licenciatura. Mas isso não representa problema: a maioria dos cursos de Educação Física do país habilita em licenciatura. Duração média: três anos. Outros nomes: Atividade Fís. e Esporte; Ciên. da Atividade Fís.O que você pode fazer
Reta final:Guia para a prova do Enem 2009
Nos dias 3 e 4 de outubro, 4,5 milhões de estudantes de todo o país irão enfrentar a prova - principal avaliação brasileira do conhecimento adquirido pelos alunos que encerraram o ensino médio. Além do novo formato (veja quadro a seguir), o exame ganhou mais atenção porque seu resultado funcionará como nota de acesso a 22 universidades federais do país - além de complementar a média do vestibular de outras instituições federais e mais de mil particulares.
Héliton Ribeiro Tavares, diretor do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela prova, diz que, apesar das mudanças, o exame continuará explorando a capacidade de os alunos solucionarem questões interdisciplinares - ou seja, que envolvam saberes ligados a mais de uma disciplina escolar. Ele esclarece ainda a maior dúvida do estudante: o exame ficou mais difícil? "Aumentamos o número de questões e, é claro, colocaremos itens mais difíceis, mesmo que em menor número, para obter uma nota mais precisa do candidato".
| Diferenças entre o velho e o novo Enem |
| Até 2008 | A partir de 2009 | |
| Formato | 63 testes de múltipla escolha e uma redação | 180 testes de múltipla escolha e uma redação |
| Duração | 5 horas, em um único dia | dois dias: 4 horas e meia no primeiro e 5 horas e meia no segundo dia, quando há a redação |
| Disciplinas cobradas | Português, geografia, história, biologia, matemática, física e química, além da redação | Áreas do conhecimento: matemática, linguagens e códigos, ciências humanas e ciências da natureza, além da redação |
| Características do exame | Explorar as ligações interdisciplinares e o racioncínio lógico, avaliar a capacidade do aluno de resolver situações-problema e interpretar textos e imagens | Interdisciplinaridade e contextualização seguem em alta, com ênfase nos conteúdos das áreas do conhecimento |
| Datas | Provas em agosto, e a divulgação dos resultados em novembro | Provas em outubro, e a divulgação dos resultados em dezembro (testes) e janeiro (resultado final, com nota da redação) |
| Importância | Resultado do exame era utilizado como alternativa ou complemento da nota dos vestibulares de mais de mil instituições | Resultado do exame servirá como nota integral do vestibular de 22 universidades federais - no futuro, todas essas instituições devem adotar o modelo |
Marcelo F. vai para o No Limite (integrante da cidade de Itabuna-Bahia em No Limite)

Não falta mais ninguém! Com 74% dos votos, o baiano Marcelo F., de 24 anos, é o escolhido do público para encarar a aventura do No Limite. O estudante de Itabuna suou a camisa, venceu a prova do Fantástico e ainda ganhou a votação que garantiu a última vaga para o programa. Agora o desafio será ainda maior: Marcelo F. é o mais novo integrante da tribo Taiba. Fique ligado, quinta-feira, dia 30, começa a disputa!
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