segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Por que é mais fácil lembrar de uma piada ruim?

Piadas sem graça grudam na memória porque são previsíveis. Quem conta essa é o neurocientista americano Robert Provine, da Universidade de Maryland. Seus estudos apontam que piadas fracas seguem linhas de raciocínio com as quais o cérebro já está acostumado - isso também explica por que ninguém dá risada. Em anedotas engraçadas, por sua vez, o final quebra a sequência lógica dos fatos, surpreendendo o ouvinte e provocando o riso. O problema é que essa quebra chama mais atenção do que todo o resto da história que passou. Por isso é tão difícil se lembrar da última do português quando é sua vez de contar uma piada na roda de amigos. :-|)

QUER QUE EU DESENHE?
Nossa explicação da "piada mais engraçada do mundo"* é tão sem graça que você não tem como esquecer

1 Dois caçadores estão na floresta... um deles cai duro no chão.

Em geral, a piada é breve e começa como uma história comum, com personagens fáceis de ser lembrados pela maioria das pessoas - o português, a sogra, o chefe - passando por situações triviais. Assim fica fácil guardar na memória...

2 O outro liga para a emergência... "Ele está morto! Que é que eu faço?". A enfermeira responde: "primeiro, certifique-se de que ele está morto mesmo".

Esta cena abre caminho para um dos principais recursos narrativos que fazem uma piada ser boa. A partir daqui, é possível contar um fato que ninguém estava esperando e quebrar a sequência lógica dos acontecimentos

Final 1: a enfermeira ouve tiros... e o soldado responde "Tudo bem! Agora eu faço o quê?"

Quando a narrativa toma um rumo inesperado, rola a risada. Mas essa peça diferente, que torna a piada boa, chama mais atenção do que o resto da história, e é isso que atrapalha na hora de se lembrar de como a anedota se desenrolou até chegar aqui

Final 2: O caçador segue as ordens da telefonista e checa os sinais vitais do colega morto.

Se tudo termina com um jeitão previsível, o riso não vem, mas a história se encaixa na memória. Por isso, quando for relembrar uma piada para contar em público, desconfie se ela vier muito rápido à mente

É possível pegar mais de uma gripe ao mesmo tempo?

A princípio, não. A gripe é uma doença transmitida por um único vírus mutante e apenas uma mutação consegue infectar o organismo por vez. Mas pode haver exceções. "A combinação de duas mutações do vírus da gripe numa só pessoa teoricamente até pode acontecer, mas seria raro", diz o infectologista Antonio Carlos Misiara, do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Isso acontece porque o corpo humano possui uma defesa contra o ataque simultâneo dessas criaturas. "Quando o organismo detecta a presença de um vírus, o sistema imunológico produz uma substância chamada interferon. Sua função é combater o inimigo que já está no corpo, mas, de tabela, ela impede a entrada de qualquer outro vírus que ataque o sistema respiratório e esteja por perto querendo se infiltrar", afirma Antonio Carlos. O vírus responsável por todas as epidemias de gripe, o influenza A, é um vilão que altera sua estrutura genética para escapar da imunidade natural do nosso organismo e das vacinas.

Os principais sintomas da gripe são tosse persistente e febre alta. Outra doença bastante parecida é o resfriado, mas ele é menos grave e exige um tempo de recuperação menor. "A semelhança é que os resfriados também são contraídos por vírus, mas a variedade deles é muito grande (são cerca de 400) e quase nenhum é mutante", diz Antonio Carlos. O médico esclarece que nem mesmo o vírus da gripe e qualquer outro de resfriado costumam atacar em conjunto.

O mundo vai mesmo acabar em 2012?

1. Introdução

Existem incontáveis teorias sobre como o mundo vai acabar e como - ou se - a vida na Terra deixará de existir. Na virada do século 21, teorias da conspiração disseram que o Bug do Ano 2000 era apenas uma pequena parte da devastação iminente: O novo século provocaria destruição total, e ninguém sobreviveria. Outros acreditam que a Terra está ameaçada por uma nova era do gelo, que matará todos os seres viventes. De acordo com astrônomos, daqui a bilhões de anos, o sol se tornará um gigante vermelho, expandindo para um tamanho maior que a órbita da Terra e consumindo a Terra no processo. Mesmo se o planeta, de alguma maneira, sobreviver, o sol irá se encolher paulatinamente, tornando-se uma estrela anã branca e esfriando gradualmente até não poder aquecer nada mais no sistema solar.Seattle embaixo d'água depois que a península de Puget Sound é inundada

Há teorias, ainda, que garantem que o fim do mundo será provocado pela colisão do planeta Terra com o planeta Nibiru, em 2012. Essa última teoria levou à criação do filme "2012", que estréia mundialmente em novembro de 2009.

Mas é um outro filme, lançado em 2006, que fala da previsão do fim do mundo segundo o calendário maia. "Apocalypto", de Mel Gibson, segue a jornada de um homem da escravidão até voltar para sua família. Durante o curso do filme, uma jovem profetiza que um homem será responsável pelo fim dos maias, varrendo sua civilização da face da Terra. No mundo real, alguns teóricos não acreditam que um homem seja o fim dos maias - em vez disso, um evento celestial será a causa. O calendário maia até nos dá uma data para esse evento teórico: 21 de dezembro de 2012.

Como os maias desenvolveram um calendário que poderia prever o fim do mundo? Os maias realmente acreditavam que nos restam agora apenas três anos, e se sim, porque seria 21 de dezembro de 2012 o dia do apocalipse? Leia a próxima página para descobrir se o fim está próximo.

2.

Plutão perde chance de voltar à elite

São Paulo, segunda-feira, 03 de agosto de 2009(Folha de SP)

Plutão, que foi rebaixado do status de planeta em 2006, perdeu a chance que teria de voltar à elite em 2009. A pauta da atual Assembleia Geral da IAU não inclui nenhum tipo de moção que possa tirá-lo da condição de planeta-anão, diz Daniela Lazzaro, do Observatório Nacional.

A astrônoma, coordenadora desta edição do evento, tinha sido uma das articuladoras da proposta alterando a definição de planeta, que resultou no rebaixamento de Plutão há três anos, em Praga. (RG)

O futuro do português no mundo

São Paulo, segunda-feira, 03 de agosto de 2009(Folha de SP)

O português não tem ainda suficiente peso internacional por ausência de uma política eficiente para a língua


SEGUNDO O filósofo alemão Peter Sloterdijk, "quando uma língua morta não quer expirar, mas manter-se em vigor como língua mundial, mostra-se assim com que poder os espíritos do império atuam".
Em 1989, Francisco Moraes Sarmento escreveu, na revista "Leonardo", que "a língua portuguesa morreu e está transformada numa língua de escravos, servos e bárbaros", discordando da proposta do Acordo Ortográfico, na qual via a perda de poder e influência de Portugal em relação ao Brasil.
Vinte anos depois, o Acordo Ortográfico continua a despertar discussões calorosas, não só em Portugal mas também na ex-colônia portuguesa das Américas.
Num artigo publicado na "Gazeta do Povo", em 2007, Carlos Alberto Faraco defendeu o Acordo de forma apaixonada, prevendo o processo de internacionalização da língua, considerando inaceitável que o dicionário "Houaiss", para poder circular em todos os países de língua portuguesa, tivesse de ser editado em duas versões ortográficas.
Muitos, no maior país de língua portuguesa do mundo, veem no Acordo a chance de se adaptarem às mudanças e à dinâmica de uma língua falada todos os dias, do Ocidente ao Oriente, por oito nações diferentes.
A política da língua moderna é uma política de mapeamento contra condições políticas e econômicas mutativas, o que significa que é preciso compreender como a língua se relaciona com os novos fluxos de capital, mídia, tecnologia, cultura e pessoas numa esfera globalizada.
Este é o ponto-chave: as razões econômicas, sociais e culturais, outrora consideradas "baixa política", são hoje fulcrais para se perceber de que modo o mundo muda e, assim, se afirmar, no plano político, a cooperação.
No seu livro "O Português no Brasil", Antonio Houaiss estabelece as "diferenças" entre o português brasileiro e as demais variantes dos países de língua portuguesa, principalmente a variante de Portugal. Sem utilizar a expressão "política da língua", ele defende a criação de medidas "em prol da nossa língua" (itálico nosso).
No último capítulo do livro, lançado em 1985, Houaiss advoga a concretização de "uma língua comum" como fator de incremento da convivência humana, em que o português desempenha, estrategicamente, um papel importante.
Mas o português não tem ainda suficiente peso internacional, ao contrário do que se passa com outros idiomas, por ausência de uma política eficiente para a língua.
No estudo "Internacionalização da Língua Portuguesa", coordenado por Carlos Reis, afirma-se que "a projeção internacional da língua portuguesa não corresponde, neste momento, à dimensão do seu universo de falantes", definindo-se a internacionalização como um "processo eminentemente político de afirmação", capaz de "garantir e reforçar o prestígio de uma grande língua de cultura".
A declaração da ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher, proferida em 1999, de que, na sua vida, "todos os problemas da Grã-Bretanha foram originados pela Europa continental, mas [que] todas as soluções partiram dos países de língua inglesa", é clara alusão ao papel da língua de Shakespeare nas relações de poder e à influência daí decorrente.
Língua e poder relacionam-se. O reconhecimento do estatuto de uma língua é medido não só pelo número de falantes mas também pelo espaço que ela ocupa no cenário internacional, contando as transações comerciais que são realizadas nessa língua (incluindo os eventos culturais e todas as boas ideias -não nos esqueçamos da magistral invenção americana do show business: nada como uma boa ideia bem concretizada, mas, se essa ideia der dinheiro para investir em novos projetos, melhor ainda) e a sua utilização nas diversas organizações internacionais.
O fa(c)to de o português ser uma língua comum a vários países tem facilitado o comércio do Brasil e de Portugal, e este mostra um interesse especial no Brasil, visando fortalecer as suas relações com a União Europeia.
O Brasil antecipou-se ao apoio à internacionalização do português pela CPLP, em julho passado, ao anunciar um plano para a criação de uma universidade da comunidade dos países de língua portuguesa, o que foi feito pelo ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, durante uma visita à Guiné-Bissau.
Na mesma altura, em Portugal, o Conselho de Ministros aprovou uma nova estratégia para a promoção do português, que teve o apoio do presidente da República, Aníbal Cavaco Silva.
E agora? Nos países onde se fala português, sejam eles grandes ou pequenos, não faltam pessoas de grande mérito, à escala mundial. Essa é a certeza de que faz sentido promover inteligentemente a língua portuguesa, mesmo se essas pessoas falam bem outras línguas. O português defende-se com bons argumentos, onde quer que seja falado.

JOÃO CAETANO , 39, professor de direito e ciência política, é pró-reitor para o Reordenamento Institucional da Universidade Aberta, Portugal.
MÔNICA VILLELA GRAYLEY , 40, é mestre em linguística e ciência política e doutoranda em ciência política.

Maioneses têm aditivos prejudiciais, diz Pro Teste

São Paulo, segunda-feira, 03 de agosto de 2009(Folha de SP)

Para entidade, substâncias são potencialmente cancerígenas e elevam colesterol

Segundo toxicologistas, componentes não trazem problema a seres humanos nas quantidades consumidas; empresas dizem cumprir lei

A Pro Teste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor) avaliou nove maioneses e verificou que sete delas possuem um aditivo alimentar que considera prejudicial à saúde. Com exceção das versões tradicional e light da marca Liza, as demais possuem os antioxidantes BHA e BHT, usados para conservar os alimentos.
As substâncias são adicionadas a produtos que têm gordura, como óleos vegetais, margarinas e molhos para salada.
Segundo a Pro Teste, pesquisas de um comitê ligado à Organização Mundial da Saúde mostram que o BHA tem efeito carcinogênico quando consumido em grandes quantidades e que o BHA e o BHT podem aumentar os níveis de colesterol e prejudicar a absorção das vitaminas A e D.
Os estudos foram feitos com animais, que receberam grande quantidade dos aditivos, e a lei brasileira permite que eles sejam adicionados em pequenas quantidades -respeitadas nas maioneses testadas.
No entanto, a Pro Teste defende que os consumidores não devem ser expostos a esses antioxidantes e que eles deveriam ser trocados por outros, menos nocivos. "Se a Liza consegue usar outras substâncias, as outras marcas também deveriam fazer isso", diz Manuela Dias, nutricionista da entidade.
Ela afirma que os estudos toxicológicos dessa natureza são realizados primariamente em animais e que seus resultados podem ser extrapolados para seres humanos.
Dias ressalta que isso não significa que as pessoas devam parar de comer maionese. "A mensagem não é que quem comer o alimento terá câncer. É que o aditivo é mais um fator carcinogênico que, somado a outros, pode desencadear a doença a longo prazo. As pessoas estão muito expostas hoje a diversos aditivos químicos por causa do maior consumo de alimentos industrializados", diz. Segundo ela, há uma recomendação na Europa para que o BHA e o BHT não sejam usados em alimentos infantis.
Dias lembra, ainda, que, apesar de nem sempre ser calórica, a maionese é feita à base de gordura. "Ela deve ser consumida de forma esporádica."
Para Francisco Paumgartten, toxicologista e professor da Escola Nacional de Saúde Pública, nem sempre os estudos em animais podem ser extrapolados para seres humanos, principalmente pelo fato de as doses ministradas serem diferentes das consumidas no dia a dia.
Elizabeth Nascimento, professora de toxicologia da USP, diz que, se a Anvisa permite o uso desses antioxidantes, é porque eles não são nocivos. "A Anvisa cuidadosamente avalia o que pode estar presente nos alimentos. O risco é mínimo."
Ela diz, no entanto, que é melhor evitar a exposição de crianças a aditivos em geral, pois elas ainda não têm desenvolvida a capacidade de absorvê-los e transformá-los em produtos mais facilmente eliminados pelo organismo.

Outro lado
A Unilever, detentora das marcas Hellmann's e Arisco, afirmou que desconhece a metodologia usada pela Pro Teste e não pode se posicionar sobre os resultados.
Informa, ainda, que os produtos atendem às normas vigentes e que o emprego de aditivos justifica-se por razões tecnológicas, sanitárias, nutricionais ou sensoriais.
A Bunge Alimentos, que fabrica as maioneses Soya e Primor, afirma que o BHT e o BHA são internacionalmente utilizados e que as legislações levam em conta "estudos científicos sérios". A empresa diz desconhecer estudos que indiquem potencial cancerígeno para esses aditivos.

Cientistas identificam nova variante do HIV

Pesquisadores da Universidade de Rouen, na França, identificaram uma nova variante do vírus HIV, causador da Aids, aparentemente transmitida aos humanos por gorilas.

A nova variante foi identificada em uma mulher de 62 anos de Camarões, no oeste da África. A paciente é portadora do vírus mas, apesar de nunca ter sido tratada, não demonstra sinais de ter desenvolvido Aids, afirmam os pesquisadores.

Segundo os cientistas, todas as outras três variantes do HIV conhecidas são originárias de chimpanzés, mas a nova parece ter sido transmitida aos seres humanos por gorilas.

A paciente, no entanto, que mudou-se para Paris, afirma não ter tido contato com macacos de qualquer tipo e nunca ter comido carne de animais selvagens.

Segundo os autores do estudo, que foi publicado na revista Nature Medicine, a paciente pode ter sido infectada por outra pessoa que carregava a variante ligada aos gorilas.

Transmissão O coordenador da equipe de cientistas, Jean-Christophe Plantier, disse que apesar de a razão mais provável para o surgimento da nova variante seja a transmissão de gorilas para humanos, não está descartada a possibilidade de que tenha surgido inicialmente em chimpanzés e posteriormente sido transmitida aos gorilas.

Segundo Plantier, a descoberta ressalta "a contínua necessidade de se observar atentamente a emergência de novas variantes do HIV, especialmente no centro e no oeste da África".

Acredita-se que foi nessa região que o HIV foi transmitido pela primeira vez de chimpanzés para humanos, talvez há mais de um século.

De acordo com os cientistas, até agora a paciente de Camarões é o único caso conhecido da nova variante, mas é provavel que se espalhe e novos casos sejam identificados.

Os pesquisadores afirmaram que o vírus se multiplica rapidamente no corpo humano, o que pode indicar que já está adaptado.

Saibam mais sobre as Profissões!! OBSTETRÍCIA



22-Obstetrícia

São as técnicas e conhecimentos para gestantes, parturientes, recém-nascidos e familiares. O bacharel cuida do atendimento à gestante no período de pré-natal e parto, visando à normalidade no nascimento e à qualidade da saúde da mulher. Também presta assistência no pós-parto às mães e a recém-nascidos durante o período neonatal - primeiros 28 dias de vida - e dá apoio psicológico à família da gestante. Atua em postos de saúde, unidades básicas, casas de parto, hospitais, maternidades e clínicas, tanto do setor privado como do público, e está habilitado a realizar parto normal com uma equipe médica ou mesmo sozinho. Pode atender em domicílio, auxiliando o parto normal. No pré-natal, faz os procedimentos para verificar se a gestação está transcorrendo bem, como a medição da circunferência da barriga e o controle da pressão arterial. Pode pedir exames médicos, como ultra-sonografia. Caso haja problemas com a mãe ou o bebê, encaminha a paciente ao médico especialista.

O mercado de trabalho

A primeira turma de graduação se forma no final de 2008 na USP Leste. Os maiores empregadores desse profissional são maternidades, hospitais e postos de saúde. Neste caso, há expectativa de que os especialistas em pré-natal e parto sejam bem aceitos e encontrem vagas em todo o país. As maternidades particulares de cidades de médio porte, que buscam se modernizar, são prováveis contratantes do bacharel. Existe no mercado uma procura por obstetras no atendimento pós-parto e em apoio familiar, o que possivelmente abrirá novas oportunidades nessa área. O profissional pode trabalhar ainda como autônomo, realizando parto normal em domicílio.


O curso

O curso tem matérias da área de biológicas, como bioquímica, genética e farmacologia, e outras específicas, como assistência à mulher no período reprodutivo, mudanças fisiológicas na gravidez e desenvolvimento fetal. Há matérias voltadas ao aspecto social, como psicologia da mulher e políticas dos programas de saúde. No segundo ano, o estágio é obrigatório. Duração média: quatro anos.


O que você pode fazer

Sou casada há 29 anos, mas nunca gostei de sexo. O que faço?

Sou casada há 29 anos. Nunca gostei de sexo, não sei o que é sentir um orgasmo. Já procurei vários médicos e nenhum me deu uma resposta que me ajudasse. Desisti, resolvi deixar assim mesmo. Mas hoje encontrei você na internet e resolvi escrever para que você me oriente

Resposta: A expressão da sexualidade é singular, varia de pessoa para pessoa. O fato de você não ter experimentado orgasmo nas suas relações sexuais não quer dizer que você não goste de sexo.

É muito comum a confusão entre prazer sexual e orgasmo. O orgasmo é uma forma máxima de prazer sexual, porém, o prazer sexual não necessariamente é sinônimo de orgasmo.

O orgasmo é conseqüência de diversos fatores dentre eles o grau de relaxamento, os estímulos eróticos, a disponibilidade para o sexo, o contexto como um todo.

A resposta que você quer está dentro de si. Para encontrá-la é preciso que tenha paciência, respeito, consideração consigo mesma. Você permanecer no estado da autocobrança exacerbada por um padrão julgado correto (= ter que ter orgasmo) somente trará mais frustrações: o prazer fica inalcançável, o desejo fica inalcançável, o orgasmo nem se fala!... a obrigação acaba tomando o lugar do prazer. Como a autocobrança fica difícil perceber o processo (= começo-meio-fim) para que o orgasmo aconteça, pois sempre se tenta pular etapas importantes para alcançá-lo.

Vejo pela sua mensagem que você já cansou de buscar a resposta. Veja se você já percebeu que é hora de experimentar encontrar novas possibilidades de prazer sozinha e/ou com seu parceiro. Se você tem que desistir de algo, esse algo é você tentar se encaixar em um padrão que não é o seu. Se você acha que não gosta muito de sexo, que tal se dar a oportunidade de experimentar sensações prazerosas? Que tal sair desse padrão de se achar imperfeita e adotar um padrão mais humano e positivo a respeito de si mesma?

Banho é um caminho para descobrir o prazer sexual

Dentre as diversas possibilidades de experimentar isso, o banho pode ser uma forma interessante de você tocar seu corpo por inteiro de uma forma mais delicada, sutil e estimulante. Você e seu parceiro podem fazer algo que você gosta, que lhe agrade. Isso também é uma alternativa interessante. Se você não sabe ao certo o que gosta, ou o que é estimulante para você, nada de cobranças.

Sempre com paciência, preste mais atenção no seu corpo, nas suas sensações, veja o que mais lhe agrada, o que mais desperta prazer, mesmo que seja de forma sutil.

Sexo é um aprendizado

Lembre-se que o sexo é um aprendizado. Ninguém nasce sabendo. Utilize o seu momento atual de vida com seu parceiro e, juntos, procurem renovar da maneira que mais agrada a vocês dois.

Esqueçam aquilo que “dizem” ser bom, experimentem aquilo que é interessante e estimulante para vocês.

A paciência é fundamental!

Também é importante lembrar que o sexo não se restringe na cama. Assim, sugiro que você e seu parceiro retomem aquele clima de namoro com toda aquela sensação gostosa de parceria, de intimidade, de cumplicidade... Passeiem mais, façam mais atividades juntos, redescubram-se não só na cama, mas na vida como um todo. Nada de cair no discurso de que já é tarde e que não tem mais jeito. Sempre existe a possibilidade do recomeço. Sem culpa, e sem autocobrança, se dê a oportunidade de experimentar a vida.

Como a psicologia enxerga a propagação da espécie

A Psicologia Evolucionista, uma nova área de investigação científica, tem trazido informações interessantes sobre a origem dos sentimentos humanos. À luz do evolucionismo darwinista, examinam-se as emoções, as inclinações, a ética e a moralidade humana. Os cientistas que pesquisam este novo domínio têm desenvolvido hipóteses de trabalho que vêm sendo gradativamente confirmadas através da observação do comportamento dos animais e também dos seres humanos.

O ponto de partida destas hipóteses se origina na formulação feita pelo biólogo Charles Darwin (1809-1882) de que os seres vivos evoluem de acordo com a regra da sobrevivência dos mais aptos. Se isto é mais do que comprovado no que diz respeito às características físicas das mais diferentes espécies, inclusive os humanos, atualmente se investiga até que ponto as características comportamentais e psíquicas - emocionais e morais - também se transmitem de acordo com a afirmativa darwiniana.

Basicamente, supõe-se que os indivíduos mais fortes, inteligentes e saudáveis têm melhores probabilidades de procriar e de zelar pela saúde e sobrevivência de sua prole. Ao longo das gerações, todas as características genéticas que favorecem a força, a saúde e a inteligência predominarão, por natural seleção (sendo transmitidas geneticamente aos descendentes), invariavelmente causando um progressivo aprimoramento destas qualidades.

A psicologia e a propagação da espécie humana

Porém, quando os cientistas começaram a se perguntar quais eram as características psicológicas masculinas e femininas favoráveis à propagação da espécie humana, começaram a se defrontar com elementos bastante interessantes. Para começar, homens e mulheres apresentam modos de se comportarem completamente diversos em situações de relacionamento afetivo. Acredita-se que este fato se deve à diferença que a procriação representa para cada sexo.

A mulher possui possibilidades bastante limitadas de reprodução em comparação com o homem. Enquanto que um comportamento sexualmente promíscuo masculino pode se refletir num significativo aumento da descendência, a fecundidade feminina pouco depende da multiplicidade de parceiros. Pelo contrário, ficando fiel a uma única relação, não apenas suas possibilidades de procriação aumentam como também passa a contar com a colaboração masculina para o cuidado com seus filhos.

Vale lembrar que estamos falando de comportamentos adquiridos através de seleção natural, ou seja, as pessoas que se comportaram de tal ou qual maneira aumentando a quantidade de seus descendentes, deram origem a uma estirpe que apresenta, em função de uma genética específica herdada dos ancestrais, as características psicológicas de seus antepassados. Quando falamos de uma genética específica estamos nos referindo ao conjunto de genes que determinariam características de comportamento e de funcionamento emocional.

Um outro conceito extremamente importante é o de investimento nos filhos. Especialmente na espécie humana, cujos filhos são absolutamente dependentes para a sobrevivência durante um longo período do começo de suas vidas, o desejo e a capacidade de bem cuidar dos filhos é fundamental para a sobrevivência dos mesmos. Portanto, quanto mais aptos foram os pais para cuidar de seus descendentes (que significa um mais alto grau de investimento parental), melhores probabilidades eles tiveram de que esta qualidade fosse transmitida para o futuro. Conclui-se que hoje em dia os seres humanos, todos nós, descendemos de criaturas que foram se especializando na arte de bem cuidar de seus filhos.

Estresse conduz a ações automáticas

A rotina leva ao estresse, mas os cientistas descobriram agora que o estresse também leva à incapacidade de sair da rotina. Eles estressaram ratos de laboratório e, posteriormente, avaliaram a sua capacidade de abandonar velhos hábitos. É possível estender as conclusões para humanos, dizem.

É uma maneira de o cérebro se proteger. "Uma pessoa estressada vai colapsar se tiver que prestar atenção em mais coisas. Pode ser uma adaptação passar a fazer tudo automaticamente, sem pensar", diz Rui Costa, neurocientista dos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA. O estudo saiu anteontem na revista "Science".

A ideia é que, quando estamos fazendo algo novo --ainda que banal, como apertar o nosso andar no elevador pela primeira vez após a mudança--, temos que refletir sobre o ato. Qual andar? Em que lado fica o painel com os botões?

Mas, com o hábito, passamos a fazer essas coisas sem pensar.

"Imagine dirigir do trabalho pra casa. Vamos automaticamente. Quantas vezes queríamos parar no supermercado mas, quando vemos, já estamos em casa?", diz Costa. A rotina poupa o esforço de pensar.

É possível dizer que os pesquisadores "explicaram" as avenidas cronicamente congestionadas, como a Rebouças, em São Paulo. O trânsito estressa as pessoas, que, num ato automático, deixam de tentar caminhos novos. Continuam voltando para casa pela Rebouças, realimentando o estresse.

Os pesquisadores passaram 21 dias estressando um grupo de ratos machos. Diariamente, cada um era colocado na gaiola de outro macho, com ele lá dentro. Antes disso, a fêmea desse rato dono do pedaço havia sido retirada de lá.

Ou seja, o rato morador da gaiola estava furioso, era agressivo. O novato, em território estranho, ficava com medo e, em poucos minutos, estava tenso e submisso. Os animais também eram forçados a nadar, para misturar componentes psicológicos e físicos do estresse.

Após isso, tanto esse grupo estressado quando um outro grupo de ratos, calmos e de bem com a vida, foram condicionados para apertar uma alavanca em troca de comida.

Depois que aprendiam, a alavanca não fazia mais diferença. A comida vinha aleatoriamente. Mas os ratos estressados - e só eles - seguiam apertando a alavanca insistentemente.

Ao mesmo tempo, os cientistas observaram o cérebro dos ratos através de fMRI (Imageamento por Ressonância Magnética Funcional, em inglês).

Conclusão: o estresse expande uma área neural, em detrimento de outras, relacionada ao comportamento rotineiro e automático - o estriado dorsolateral. O objetivo agora é saber como isso acontece.

"Queremos agora saber quais são as bases moleculares desse efeito. Se tivermos sucesso, no futuro pode-se tentar até desenvolver um fármaco para bloquear isso", diz Costa.

Sexo no paciente cardíaco: quem pode e quem não pode?

Embora a atividade sexual não demande uma sobrecarga tão acentuada ao coração ( equivale a subir dois lances de escada rapidamente ) , as elevações do batimento cardíaco e da pressão arterial durante o ato sexual , podem ser um gatilho para um evento cardíaco , como um infarto do miocárdio , arritmia cardíaca ou até a morte súbita. Embora não seja esse tipo de complicação ,ociation após o ato sexual em cardiopatas , não seja comum , sempre há uma preocupação do médico assisnte e do paciente e a sua companheira. A American Heart Association publicou em , uma diretriz sobre o início ou a retomada da atividade sexual no cardiopata . Estes pacientes , de acordo com o seu quadro clínico , são divididos em trê categorias , mencionadas abaixo.

Pacientes de baixo risco:

São os assintomáticos, portadores de menos de três fatores de risco para doença arterial coronária (excluindo gênero masculino ), aqueles com hipertensão arterial sistêmica controlada, angina do peito estável leve , aqueles submetidos a revascularização miocárdica com sucesso, pacientes com infarto do miocárdio passado não-complicado, portadores de doença valvar leve, insuficiência cardíaca sem disfunção do ventrículo esquerdo e/ou em classe funcional I ( falta de ar apenas aos grandes esforços ) . Esses pacientes podem ser encorajados para recomeçar a atividade sexual ou receber tratamento para disfunção sexual imediatamente . O uso de drogas do tipo sildenafil , tadalafila ou vardenafila poderá ser liberado , desde que o paciente não use nitratos.

Pacientes de risco intermediário:

São os portadores de três ou mais fatores de risco para doença arterial coronária (excluindo gênero masculino ), presença de angina do peito estável moderada , pacientes com infarto do miocárdio recente (ocorrido entre duas e seis semanas), portadores de disfunção de ventrículo esquerdo e/ou insuficiência cardíaca congestiva classe funcional II ( falta de ar aos médios esforços ), seqüela não-cardíaca de doença aterosclerótica ( derrame cerebral e/ou doença vascular periférica) . Esses indivíduos devem realizar uma avaliação cardiológica criteriosa antes de recomeçar a atividade sexual , a qual poderá incluir um ecocardiograma , teste ergométrico e outros exames.

Pacientes de alto risco:

Pacientes de alto risco cardiovascular: presença de angina instável ou refratária ao tratamento, hipertensão arterial sistêmica não-controlada, insuficiência cardíaca congestiva grave ( falta de ar aos mínimos esforços ou ao repouso ), infarto recente ( menos de duas semanas ), arritmias de alto risco ( fibrilação atrial com elevada resposta ou arritmias ventriculares complexas ), miocardiopatias graves, doença valvar moderada a grave . Esses pacientes a atividade sexual pode constituir um risco significativo, devendo a mesma ser postergada até estabilização da condição cardíaca , como medicamentos ou procedimentos como angioplastia coronariana , cirurgia de revascularização ou troca de válvula , entre outros. A liberação do cardiologista é necessária antes de se reassumir a vida sexual ativa, pois, nessas circunstâncias, o risco pode suplementar o benefício.

Reeducação alimentar de crianças obesas

A prevenção da obesidade infantil é capaz de reduzir de forma significativa a ocorrência de doenças crônicas futuras, tais como as doenças cardiovasculares, que afetam 30% da população adulta brasileira.

Muitas vezes a reeducação alimentar é para a família inteira. É comum a criança acima do peso também ter um dos pais ou ambos nesta mesma condição. Veja abaixo quais as recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria para reeducação alimentar de crianças obesas:

-Ao invés de proibir alimentos, o melhor é controlar a porção a ser ingerida.

-Estabelecer horários fixos e cinco ou seis refeições diárias com um intervalo de três horas entre elas.

-Comer devagar e em local tranquilo, longe da televisão, videogame ou computador.

-Diminuir gradualmente a ingestão de líquidos durante as refeições, oferecer um copo de suco, no máximo. Preferir sempre os sucos da fruta, que contêm mais vitaminas e sais minerais.

-Optar por sanduíches saudáveis, com recheios menos gordurosos, como ricota, embutidos de aves, vegetais folhosos, tomate e queijo magro.

-Utilizar menos óleo na preparação dos alimentos, preferir pratos assados ou grelhados; remover a pele do frango antes do preparo. Diminuir a quantidade de alimentos gordurosos e de frituras.

-Aprender a ler a tabela dos alimentos e a evitar os mais calóricos e os ricos em gordura.

-Aprender a fazer trocas, biscoitos recheados por biscoitos sem recheio e leite integral pelo leite desnatado, por exemplo.

-Incentivar o consumo de frutas (com casca, sempre que possível), verduras, e evitar consumo de alimentos congelados e pré-prontos.

-Cuidar da apresentação do prato, para favorecer o paladar.

-Não oferecer sobremesas lácteas logo após as refeições. Esperar pelo menos uma hora, pois o cálcio contido nessas sobremesas interage com o ferro consumido na refeição, prejudicando a absorção de ambos.

-Estimular a criança a tomar bastante água ao longo do dia, inclusive na escola.

-Substituir os salgadinhos de pacote por pipoca feita em casa com óleo de soja.

-Retirar o saleiro da mesa.

-Evitar refrigerantes, que, além de conterem muito açúcar, prejudicam a saúde dos ossos, causam irritabilidade gástrica e cáries.

-Incentivar brincadeiras e atividades físicas ao ar livre.

Amendoim, azeite e aveia ajudam a prevenir o diabetes

O diabetes tipo 2 é o tipo mais comum da doença e costuma afetar pessoas com mais de 40 anos de idade. Suas causas estão relacionadas aos hábitos alimentares, ao sedentarismo e à obesidade.

Azeite de Oliva

O azeite de oliva, um dos ingredientes mais consumidos pelos povos mediterrâneos, contém gorduras e antioxidantes fundamentais para a saúde e a beleza. Obtido pela pressão de azeitonas, o azeite contém vitamina E, que ajuda a manter a pele sem rugas e os cabelos brilhantes. O azeite é rico em gorduras monoinsaturadas, que possuem propriedades anticancerígenas, reduzindo a pressão sangüínea e prevenindo o diabetes.

Amendoim
O amendoim é rico em nutrientes bons para o coração. Entre todas as castanhas, é a que fornece mais proteína. O amendoim contém muitas gorduras monoinsaturadas, que reduzem o colesterol e previnem a formação de coágulos nas artérias, evitando doenças cardíacas. A arginina, um aminoácido, tem a mesma função: o organismo a converte em óxido nítrico, que dilata os vasos sangüíneos e previne coágulos. O amendoim é rico em vitamina E, que combate as rugas e deixa os cabelos brilhantes. Devido ao baixo índice glicêmico, ajuda a prevenir o diabetes do adulto.

Hadoque
Parente do bacalhau, o hadoque contém muitos nutrientes que ajudam a manter a juventude e a boa forma. O hadoque é fonte de várias vitaminas do complexo B, que são benéficas para o cérebro e combatem a fadiga. Tem muito ácido fólico, que reduz os níveis de homocisteína no organismo, prevenindo doenças cardíacas, diabetes e osteoporose. Estudos apontam que também seja anticancerígeno. Esse peixe é ainda rico em iodo, necessário para produzir hormônios da tireóide, que regulam o metabolismo. Também contém zinco, importante para a imunidade; enxofre, bom para a pele; e cálcio, que fortalece os ossos, contribuindo para a prevenção de doenças como a osteoporose.

Aveia
A aveia é muito versátil e é utilizada para prevenir doenças cardíacas e aumentar a imunidade. Além de ser uma rica fonte de carboidratos, a aveia tem muitas fibras, mantém a taxa de açúcar no sangue estável, previne o diabetes e baixa o colesterol. Contém antioxidantes poderosos que rejuvenescem, incluindo a vitamina E, o tocotrienol, o ácido ferúlico e o ácido caféico, combatendo os radicais livres e prevenindo diversos males, como as doenças cardíacas, a obesidade e problemas de visão. Em uso tópico, a aveia tem propriedades antiinflamatórias e suaviza a pele.

Trigo Integral
Alimento básico da dieta ocidental, o trigo contém muitas proteínas, fornecendo vitamina B e minerais. O trigo integral é um cereal nutritivo e saudável. Valiosa fonte de proteína, contém elementos construtores para pele, cabelos e unhas. Por produzir energia, combate a fadiga. Contém muitas vitaminas do complexo B, inclusive a vitamina B6, que é benéfica para os nervos, evita o diabetes do adulto e melhora a capacidade de registrar, reter e distribuir informações. O grão é ainda uma boa fonte de zinco, que aumenta a imunidade e fortalece a visão.

Soja
Esta leguminosa versátil é essencial para a dieta dos japoneses, que têm o maior nível de longevidade do mundo. No Ocidente, a soja é mais conhecida por seus derivados - tofu, leite, suco e iogurte de soja - e pelos substitutos da carne, como a proteína texturizada. A soja é uma excelente fonte de proteína vegetal, fibras e carboidratos complexos. É conhecida por reduzir o colesterol e prevenir taxas altas de triglicérides, que podem provocar doenças cardíacas. Além disso, a soja contém antioxidantes que preservam a juventude, como o ácido fítico, que ajuda a evitar a formação de coágulos nas artérias. No entanto, talvez o melhor atributo da soja seja o fato de conter muitos microelementos, como as saponinas e as isoflavonas - flavonóides que são convertidos pelo organismo em fitoestrógenos, que, por sua vez, apresentam propriedades anticancerígenas, benefícios aos ossos e diminuem o risco de doenças cardiovasculares. Esta leguminosa contém vitamina E - vital para pele e cabelos -, e vitaminas do complexo B, que fortalecem o sistema nervoso, evitando que o estresse provoque envelhecimento precoce. Seu índice glicêmico é extremamente baixo, ajudando na prevenção do diabetes e aliviando vários sintomas da menopausa.

Seis estratégias no combate à obesidade, segundo o CDC

Nos Estados Unidos, aproximadamente dois terços dos adultos americanos e um quinto das crianças são obesos ou apresentam algum grau de sobrepeso.

Entre os anos de 1980 e 2004, a obesidade entre os adultos americanos duplicou, e os dados mais recentes indicam que cerca de 33% dos adultos estão com sobrepeso (índice de massa corpórea entre 25,0 e 29,9 kg/m2) e 34% estão obesos (índice de massa corporal igual ou maior que 30 kg/m2).Cerca de 6% dos americanos são extremamente obesos (índice de massa corporal igual ou maior que 40 kg/m2).

A prevalência de sobrepeso entre crianças e adolescentes americanos aumentou significativamente durante entre 1999 e 2004. Estima-se que 17% das crianças e adolescentes apresentem algum grau de sobrepeso.A obesidade e o sobrepeso aumenta o risco de muitas doenças crônicas, como por exemplo a doença cardíaca, hipertensão arterial, diabete melito do tipo tipo 2, alguns tipos de câncer e o derrame cerebral cerebral.

O CDC (Centers for Disease Control and Prevention) elaborou um relatório com 24 medidas, que são recomendadas para o combate à obesidade entre as comunidades americanas. As 24 medidas estão divididas em seis grandes categorias de estratégias:

1-Estratégias para promover uma maior disponibilidade de alimentos e bebidas saudáveis.

2-Estratégias visando educar crianças e adolescentes sobre escolhas alimentares saudáveis.

3-Estratégias de incentivo à amamentação.

4-Estratégias para incentivar a atividade física ou limitar as atividade sedentárias (como ver televisáo, uso de computadores e videogames) entre crianças e adolescentes.

5-Estratégias para criar comunidades seguras para a prática de atividades físicas regulares.

6-Estratégias para incentivar as comunidades a se organizarem visando implementar estas mudanças.