terça-feira, 21 de julho de 2009

Tinto ou Branco? Pesquisas não definem qual vinho é melhor para saúde





Anahad O'Connor The New York Times


O verão é a estação ideal para tomar um vinho branco gelado. Mas será que o tinto tem uma vantagem em relação à saúde?

Muitos estudos mostram que o vinho tinto tem componentes saudáveis, menos abundantes no vinho branco, incluindo o reverastrol, substância benéfica ao coração, derivada da pele da uva.
Pelo vinho branco ser produzido com exposição limitada à pele da fruta, ele contém níveis baixos de reverastrol, sem mencionar flavonoides, antioxidantes, e os taninos de gosto amargo, também relacionados à saúde cardiovascular.

Segundo alguns estudos, os vinhos com maior quantidade desses componentes vêm da Sardenha, da Espanha e do sudoeste da França, em particular dos produzidos com uvas do tipo grenache.
Um alerta: poucos estudos epidemiológicos compararam os vinhos brancos e tintos. Daqueles que já estabeleceram essa comparação, alguns demonstraram a superioridade do tinto, mas outros não. Outros ainda indicaram que as pessoas que consomem vinhos tintos e brancos são diferentes demais para efeitos de comparação.
Um estudo descobriu que as pessoas que consomem vinho tinto tiveram um risco significativamente menor de desenvolver câncer do cólon, em comparação aos adeptos do vinho branco. No entanto, os pesquisadores explicaram mais tarde que, entre outros fatores, as pessoas que bebem vinho branco tiveram maior tendência a fumar - e talvez isso possa ter causado a diferença.

A melhor resposta pode ser: obedeça a seu paladar, desde que você beba com moderação.

Assim, não se pode afirmar se o vinho branco ou tinto é o melhor aliado da saúde.

Como funciona a Quimioterapia?


Tratamento contra o câncer usa medicamentos que agem sobre células de divisão rápida

Fazer uma quimioterapia significa usar remédios chamados quimioterápicos no tratamento de doenças, principalmente o câncer. Dezenas de medicamentos fazem parte dessa categoria e um mesmo paciente recebe uma combinação de vários deles para atingir o efeito desejado. Dependendo do tipo de tumor, a terapia sozinha já consegue acabar com a doença.

O que chamamos de câncer é um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento desordenado de células, que invadem o corpo e, quando se acumulam, formam tumores. Essas células cancerígenas se dividem em grande velocidade. E os quimioterápicos são drogas especializadas em destruir exatamente as células que se desenvolvem rapidamente. Assim, elas conseguem matar parte das células cancerígenas e impedir que o tumor continue crescendo. O problema é que, com o tratamento, também vêm os efeitos colaterais. "Além das células do câncer, o quimioterápico também age sobre outras células de divisão rápida, que estão sempre se renovando. É o caso do cabelo, da pele, da unha, das mucosas e da medula", explica Lied Pereira, responsável pelo setor de oncologia do Hospital das Clínicas da UNESP de Botucatu (SP).

Dessa forma, o medicamento também causa a perda de cabelo, a mudança da cor das unhas e da pele e feridas nas mucosas. Mas o efeito colateral mais grave acontece quando a droga age sobre a medula. Como esse órgão é responsável pela produção de novas células sanguíneas, as plaquetas, os glóbulos vermelhos e brancos também acabam sendo afetados. "Por isso, o paciente pode ter anemias intensas, sangramentos e um déficit na imunidade. Essa imunossupressão pode fazer com que qualquer infecção se torne grave e até leve à morte", conta a médica. Lied Pereira também diz que a maioria dos pacientes sofre com os efeitos secundários do tratamento, mas normalmente eles não são muito intensos e vale a pena continuar com a quimioterapia. Lied Pereira também diz que a maioria dos pacientes sofre com os efeitos secundários do tratamento, "mas com um bom acompanhamento médico eles podem ser superados sem maiores problemas. Os efeitos colaterais dependem de cada paciente e podem se tornar amenos com o tempo".

De Olho na Redação do ENEM 2009..

Estar por dentro de atualidades ajuda na redação do Enem, afirmam especialistas
Saber o que está acontecendo no mundo pode ajudar na hora de fazer a redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2009. "Da minha experiência nas provas do Enem, percebo que todas as redações do exame sempre têm foco em atualidades", diz a professora de português do Colégio Vértice, Liliana Castanho. Para quem está apreensivo com o Enem, vai uma boa notícia: nada se altera na redação, diferentemente da parte objetiva do exame, que teve o número e o conteúdo das questões ampliados. "O modelo da redação será igualzinho ao dos anos anteriores. Não mudaram os critérios", afirma Heliton Ribeiro Tavares, diretor de Avaliação da Educação Básica do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa Educacionais Anísio Teixeira), órgão responsável por toda a logística e aplicação da prova. A redação contará como parte da nota da seleção de calouros para universidades e institutos federais.


O que deve ter uma boa redação?

A redação, segundo a professora Liliana, deve seguir, primeiramente, a estrutura do texto dissertativo, com a tese, a defesa da tese e a conclusão: "Escrever dessa maneira já é meio caminho andado. O que os examinadores querem ver é se o estudante consegue colocar suas ideias no papel, com argumentos sólidos, e sem fugir do tema". Uma bom início para uma redação de sucesso, segundo a professora, está no rascunho do texto. "É muito importante o rascunho, porque nele você tem a liberdade para ler mais uma vez, mudar. Não basta só elencar os argumentos em itens e escrever. É preciso fazer o esboço do texto e só depois escrever a caneta", diz.


Como se preparar?

Para se preparar para a redação, Liliana dá a seguinte dica: "O estudante tem que ter leitura; se ele não tem, não consegue redigir, porque não terá argumentos", diz. "A leitura de ensaístas que tratem de temas como educação, saúde, política, conflitos religiosos e raça, por exemplo, pode ajudar a formar bons argumentos na hora de fazer o texto". "Prestar bastante atenção nas matérias de história, geografia, filosofia e biologia também ajuda o aluno do ensino médio a ter repertório para a redação; assim, ele pode 'fazer a ponte' entre o que é ensinado e o que é pedido no Enem", diz. Outra dica da professora é treinar a escrita, tentando elaborar textos a partir de propostas anteriores do Enem ou dos grandes vestibulares: "Em casa, o estudante pode pegar os temas que já foram cobrados, procurar textos relacionados, construir seus argumentos e escrever. Se ele tiver boa vontade, há muito material disponível nas universidades, na internet".

Dois meses antes da prova

Repertório também é palavra-chave para um bom texto na opinião do coordenador de gramática, texto e redação do curso Anglo, Francisco Platão Savioli, junto com o domínio da língua portuguesa: "O conhecimento do código exige aprendizado de longo prazo. Mas para o repertório, quanto mais antenado o candidato estiver, tanto mais 'bala na agulha' para argumentar ele vai ter". Se você está por fora dos assuntos atuais há uma orientação: "Durante os próximos dois meses antes da prova, é bom dar uma lida nos jornais. Também vale acompanhar os programas de televisão mais analíticos", diz o professor. Na opinião de Savioli, o importante ao ler as notícias é estimular o poder de crítica - questionando os argumentos dos entrevistadores e dos textos.

Temas da redação do Enem

De acordo com Savioli, tentar adivinhar os temas cobrados na dissertação do Enem não ajuda em nada. "O conhecimento prévio do tema pode levar professores a prepararem todos os alunos da mesma maneira. Isso é fatal para a redação, pois ela é feita para avaliar a capacidade de construir um texto próprio e de ter uma reflexão personalizada", diz. Por sua experiência com vestibulares e com o Enem, Savioli divide os temas de dissertação em três grandes áreas:
  • assuntos que tratam do indivíduo e temas filosóficos - por exemplo, realização profissional, felicidade, amor, paixão, depressão, estresse;
  • a relação do indivíduo com a sociedade - por exemplo, política, solidariedade, relações de poder, cotas, preconceito racial;
  • a relação do indivíduo com o universo biofísico - por exemplo, poluição ambiental, utilização de recursos não-renováveis, preservação do meio ambiente.
  • Saibam mais sobre as Profissões!! MEDICINA VETERINÁRIA


    9-Medicina Veterinária

    Desde 2005, o Brasil é dono da segunda maior indústria de insumos para saúde animal do mundo. Nos últimos dez anos, o crescimento do setor chegou perto de 240%, segundo dados do Sindicato Nacional da Indústria de Saúde Animal (Sindan) e do Programa de Estudos dos Negócios do Sistema Agroindustrial (Pensa). E, em 2008, o faturamento deve ultrapassar a casa dos 3 bilhões de reais, graças, em boa parte, ao aumento da exportação de produtos veterinários, como medicamentos e rações. Outro segmento que vai muito bem é o de pets ou animais de companhia, que cresceu por volta de 18% no ano passado. Com um mercado tão aquecido, sobram vagas para os graduados em Medicina Veterinária, principalmente os especializados em produção e controle sanitário de animais de grande porte, como bois e vacas. "Aqui no Brasil, o aspecto sanitário dos nossos rebanhos sempre foi uma barreira para entrarmos em outros mercados. Por isso, o veterinário é tão importante, pois o sucesso do setor exportador de carne depende, em boa medida, do trabalho dele", diz o médico-veterinário João Nilson Pinto de Barros, diretor da Biogen Tecnologia em Reprodução, empresa de São José do Rio Preto (SP) especializada em reprodução de grandes animais. Além de cuidar da saúde dos bichos, o veterinário é responsável pelo controle da fabricação de produtos de origem animal. Ele dá assistência clínica e cirúrgica a animais domésticos e silvestres e cuida da alimentação e da reprodução de rebanhos. Na indústria alimentícia, inspeciona os processos de beneficiamento e manipulação das matérias-primas, com o objetivo de evitar a transmissão de doenças para o homem. Pode atuar, ainda, na área de vendas de alimentos, medicamentos, vacinas e de outros artigos para animais.

    O mercado de trabalho

    Desde 2005, o Brasil é dono da segunda maior indústria de insumos para saúde animal do mundo. Nos últimos dez anos, o crescimento do setor chegou perto de 240%, segundo dados do Sindicato Nacional da Indústria de Saúde Animal (Sindan) e do Programa de Estudos dos Negócios do Sistema Agroindustrial (Pensa). E, em 2008, o faturamento deve ultrapassar a casa dos 3 bilhões de reais, graças, em boa parte, ao aumento da exportação de produtos veterinários, como medicamentos e rações. Outro segmento que vai muito bem é o de pets ou animais de companhia, que cresceu por volta de 18% no ano passado. Com um mercado tão aquecido, sobram vagas para os graduados em Medicina Veterinária, principalmente os especializados em produção e controle sanitário de animais de grande porte, como bois e vacas. "Aqui no Brasil, o aspecto sanitário dos nossos rebanhos sempre foi uma barreira para entrarmos em outros mercados. Por isso, o veterinário é tão importante, pois o sucesso do setor exportador de carne depende, em boa medida, do trabalho dele", diz o médico-veterinário João Nilson Pinto de Barros, diretor da Biogen Tecnologia em Reprodução, empresa de São José do Rio Preto (SP) especializada em reprodução de grandes animais. Além de cuidar da saúde dos bichos, o veterinário é responsável pelo controle da fabricação de produtos de origem animal. Ele dá assistência clínica e cirúrgica a animais domésticos e silvestres e cuida da alimentação e da reprodução de rebanhos. Na indústria alimentícia, inspeciona os processos de beneficiamento e manipulação das matérias-primas, com o objetivo de evitar a transmissão de doenças para o homem. Pode atuar, ainda, na área de vendas de alimentos, medicamentos, vacinas e de outros artigos para animais.


    O curso

    Desde 2005, o Brasil é dono da segunda maior indústria de insumos para saúde animal do mundo. Nos últimos dez anos, o crescimento do setor chegou perto de 240%, segundo dados do Sindicato Nacional da Indústria de Saúde Animal (Sindan) e do Programa de Estudos dos Negócios do Sistema Agroindustrial (Pensa). E, em 2008, o faturamento deve ultrapassar a casa dos 3 bilhões de reais, graças, em boa parte, ao aumento da exportação de produtos veterinários, como medicamentos e rações. Outro segmento que vai muito bem é o de pets ou animais de companhia, que cresceu por volta de 18% no ano passado. Com um mercado tão aquecido, sobram vagas para os graduados em Medicina Veterinária, principalmente os especializados em produção e controle sanitário de animais de grande porte, como bois e vacas. "Aqui no Brasil, o aspecto sanitário dos nossos rebanhos sempre foi uma barreira para entrarmos em outros mercados. Por isso, o veterinário é tão importante, pois o sucesso do setor exportador de carne depende, em boa medida, do trabalho dele", diz o médico-veterinário João Nilson Pinto de Barros, diretor da Biogen Tecnologia em Reprodução, empresa de São José do Rio Preto (SP) especializada em reprodução de grandes animais. Além de cuidar da saúde dos bichos, o veterinário é responsável pelo controle da fabricação de produtos de origem animal. Ele dá assistência clínica e cirúrgica a animais domésticos e silvestres e cuida da alimentação e da reprodução de rebanhos. Na indústria alimentícia, inspeciona os processos de beneficiamento e manipulação das matérias-primas, com o objetivo de evitar a transmissão de doenças para o homem. Pode atuar, ainda, na área de vendas de alimentos, medicamentos, vacinas e de outros artigos para animais.


    O que você pode fazer