quinta-feira, 23 de julho de 2009

Por que os raios não são captados e armazenados para se aproveitar sua energia?

Os limites tecnológicos atuais não permitem tal façanha. O problema de acumular de forma prática a carga de um raio (comumente de 16 Coulombs, correspondente a um número de elétrons igual a 1 seguido de 20 zeros) em capacitores está na baixa rigidez dielétrica dos materiais isolantes usados na fabricação do equipamento. Hoje esses conjuntos de condutores elétricos separados por isoladores não são capazes de suportar altas tensões e ao mesmo tempo acumular tamanha quantidade de carga elétrica.

Os ultracapacitores ou supercapacitores comercializados atualmente – feitos de nanotubos de carbono e polímero, ou aerogéis, e que chegam a valores incríveis de capacitância, de até 5 mil Faradays – podem muito bem acumular uma carga comparável à de um raio, mas suportam apenas baixas tensões, da ordem de alguns volts. Um supercapacitor de 5 mil Faradays, por exemplo, é capaz de acumular a carga de 5 mil Coulombs, porém sob o efeito de uma voltagem de apenas 1 volt. Os supercapacitores estão longe de suportar em seus terminais tensões tão elevadas como as que acompanham os raios (entre 10 milhões e 1 bilhão de volts).

Esse é um problema que a ciência dos novos materiais terá de resolver no futuro. Enquanto isso, o que se tem feito é associar esses supercapacitores em série, de modo a que a soma de suas voltagens individuais resulte em uma voltagem total equivalente àquela associada a um raio.

Mas há limitações para esse uso. Além de a capacitância do sistema como um todo diminuir proporcionalmente ao número de capacitores em série, os supercapacitores, vale lembrar, têm dois terminais: um positivo e um negativo. Como os raios são imprevisíveis quanto à sua energia, ao local de queda e, principalmente, à sua polaridade (que pode ser positiva ou negativa), caso a associação formada pelos supercapacitores se polarize de forma errada, ela estourará, assim como o capacitor eletrolítico, que também tem terminais polarizados.

Candidato deve estudar para o Enem 2009 com questões de provas anteriores; veja 11 temas de matemática e biologia

O candidato que se inscreveu no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2009 ainda tem dois meses para ficar afiado para a prova. Neste momento, a orientação de especialistas é que o estudante tome contato com questões e testes anteriores. Embora o formato da avaliação seja outro neste ano, perguntas antigas podem servir como treinamento.

De acordo com o diretor pedagógico do ensino médio do Colégio Móbile, Blaidi Sant'Anna, o primeiro passo é conhecer bem o que será cobrado nas questões. "O aluno tem de ter o domínio da língua portuguesa e fazer a transposição desse conhecimento para a linguagem matemática, artística e científica. É preciso também compreender fenômenos e enfrentar situações problemas", resume.

Com esse conteúdo em mente, a segunda etapa é resolver questões de vestibulares e de edições do Enem que exijam raciocínio, interpretação de texto e conteúdo. Confira as orientações para biologia e matemática.

Biologia

Segundo o coordenador de biologia do curso Objetivo, Luís Carlos Bellinello, o novo modelo do Enem, seguindo os anúncios do MEC (Ministério da Educação), deverá ter abordagem semelhante à dos maiores vestibulares do país.

"A maior parte dos vestibulares já não cobra decorebas nem picuinhas. Acho que está muito certo andar por esse caminho", aponta. Confira os temas prioritários de biologia.

  • Vírus - deve ser cobrado na prova, principalmente porque o assunto está na crista da onda. A gripe suína deve inspirar a banca examinadora.

  • Genética molecular - a síntese de proteínas e o conhecimento sobre o DNA são assuntos tradicionais.

  • Ecologia - É importante estudar as cadeias e teias alimentares e os ciclos do carbono e do nitrogênio. Estudar com foco em problemas concretos, como a interferência desses temas na agricultura, pode ser um bom exercício.

  • Poluição - a qualidade do ar nas grandes cidades e a contaminação das águas e dos solos são assuntos candidatos a caírem em perguntas do Enem. No campo, um tema possível é o uso dos agrotóxicos e suas implicações no ambiente.

  • Fotossíntese e respiração - dois assuntos que nunca saem de moda nos processos seletivos.

  • Saúde humana - conhecer as causas e consequências de doenças como pressão alta e diabetes deve render pontos a mais nas questões.

  • Angiospermas - essas são as plantas cultivadas pelo homem e devem ser o ramo da botânica mais explorado no Enem.

    "O Enem deve abordar problemas relacionados com o cotidiano. Por exemplo, em genética, pode cair problemas sobre a transfusão sanguínea. Ao estudar, o aluno deve voltar seu olhar para o nosso dia a dia", diz Bellinello.

    Matemática

    Para o supervisor de matemática do curso Anglo, Glenn Van Amson, o Enem deverá abordar assuntos básicos de álgebra e de geometria - trabalhados durante o fim do ensino fundamental e o início do ensino médio.

    "Agora, o estudante deve fazer o maior número de testes do estilo do Enem. E testes fáceis: não adianta pegar os problemas cabeludos para resolver", afirma. A sugestão do professor é buscar exames anteriores da UFABC (Universidade Federal do ABC), da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e da Unesp (Universidade Estadual Paulista) - que têm testes semelhantes aos que devem ser cobrados na prova do MEC.

    Veja os tópicos com maior probabilidade de estarem presentes no novo Enem:

  • Geometria - semelhança de figuras e proporção entre as medidas; cálculo de área e de volume de figuras básicas, como paralelepípedo, cilindro e esfera.

  • Álgebra - leitura de gráficos, conhecimento das principais funções (primeiro grau, segundo grau, exponencial, logarítmica).

  • Progressão aritmética e geométrica.

  • Estatística - noções básicas de conceitos como moda, mediana e média; técnicas de contagem; cálculo de probabilidades.

    Segundo Amson, problemas práticos como o de juros compostos, se baseiam em conhecimentos de funções. "O modelo matemático para estudar a disseminação da gripe suína, por exemplo, segue o mesmo princípio do de juros compostos", afirma.

    O professor Blaidi Sant'Anna ainda adverte o estudante para manter um pé sempre na realidade. "É muito importante resolver as questões até o final. E, depois, cada aluno deverá estimar se a resposta é coerente com a realidade. Muitas vezes, o estudante chega a um resultado que seria impossível no cotidiano", diz.
  • Por que homens preferem mulheres baixas e elas homens altos?

    Por que será que a maioria dos casais segue um padrão de altura: homens gostam de mulheres baixas e elas de homens altos? Essa preferência tem a ver com um fator psicológico milenar.

    A psicóloga clínica Eliete de Medeiros - especialista em relacionamento, psicossomática e pesquisadora de campo - realizou uma pesquisa durante sete meses com seus pacientes sobre esse padrão de altura que existe na hora de escolher um parceiro. Segundo ela, mulheres se sentem protegidas com homens mais altos e homens se sentem protetores, fortes e poderosos ao lado de mulheres mais baixas.

    Nessa pesquisa, 70% das mulheres declararam que preferem homens mais altos. 60% delas responderam que se sentem mais seguras e protegidas ao lado de um homem mais alto, e 38% disseram que acham mais bonito.

    Na pesquisa realizada com os homens, 66% dos entrevistados responderam que buscam uma mulher mais baixa. 58% deles fazem essa opção porque se sentem mais poderosos e 38% acha mais bonito o casal ter esse padrão de altura.

    Essa preferência remete a um fator psicológico de milhões de anos atrás. "Desde os primórdios, homens assumem o papel de protetores da mulher e dos filhos e a mulher, dado como o sexo frágil popularmente, era a protegida, culturalmente falando", explica Eliete.

    Para a pesquisadora, o homem era o caçador, buscava alimentos e protegia a família. A mulher era a progenitora; cuidava dos filhos e dos serviços domésticos.

    Devido a toda evolução social, cultural e afetiva as exigências para se achar o parceiro e parceira ideal aumentaram muito e a questão da altura ainda segue os padrões milenares.

    "Nos primórdios os pais escolhiam o marido para a filha ou a mãe para o filho. O casal tinha que se casar e cada um assumir seu papel. Com a evolução, homens e mulheres passaram a ter a liberdade de escolher e as exigências passaram a ser: altura e atração", destaca.

    De acordo com a psicóloga, com o surgimento do "ficar" a busca de um parceiro ou parceira para um relacionamento sério tornou-se ainda mais exigente.

    Os homens buscam mulheres:
    - Mais baixas que eles
    - femininas
    - meigas
    - prendadas
    - belas
    - que trabalhem

    Já as mulheres procuram por homens que sejam:
    - Mais altos que elas
    - ambiciosos
    - com grande poder pessoal
    - inteligentes
    - atenciosos
    - promissores

    A psicóloga explica que a exigência da altura continua sendo primeiro requisito na escolha do parceiro ou parceira devido a imagem física que está gravada no psicológico: a de protetor e protegida.

    Eliete salienta ainda que muitas vezes as mulheres mais baixas e os homens mais altos não têm os atributos que normalmente são cobrados pelos respectivos parceiros. Ou seja, nem sempre uma mulher baixa será meiga e nem sempre um homem alto será forte e promissor. Por isso, muitos homens e mulheres têm a "mania" de querer mudar o outro, devido a imagem criada psicologicamente, que se trata de algo idealizado.

    "O que todos nós temos que ter consciência, é que o protetor não necessariamente tem que ser mais alto ou mais forte fisicamente porque o objetivo não é proteger de ursos ou leões como antigamente e sim uma proteção emocional (cuidar, amar compartilhar, aconchegar) isso está na força interior e na personalidade do homem.e da mulher", declarou Eliete.

    Por isso, a psicóloga alerta que não adianta entrar num relacionamento esperando que o outro mude. "Ele só mudará se tiver este potencial e se quiser mudar. Ninguém muda ninguém."

    Curtinha!!!!! Golpe da Maioridade



    O
    Golpe da Maioridade foi dado em 23 de julho de 1840 com o apoio do Partido Liberal, ao período regencial brasileiro. Os liberais agitaram o povo, que pressionou o Senado a declarar o jovem Pedro II maior de idade aos seus 15 anos incompletos. Esse golpe teve como principal objetivo dar o poder para Dom Pedro II para que esse, inexperiente, atendesse aos interesses liberais.

    Saibam mais sobre as Profissões!! ENGENHARIA DE PETRÓLEO E GÁS



    11-Engenharia de Petróleo e Gás

    É o conjunto de técnicas usadas para a descoberta de jazidas e para a exploração, produção e comercialização de petróleo e gás natural. O engenheiro de petróleo e gás atua em petroleiros, refinarias, plataformas marítimas e em petroquímicas. Com seus conhecimentos em engenharia, geofísica, mineração e geologia, ele trabalha na descoberta de jazidas de petróleo e de gás natural. É de sua responsabilidade desenvolver projetos que visem à exploração e à produção desses bens sem prejuízos ao meio ambiente nem desperdício de material. Além disso, cuida do transporte do petróleo e seus derivados, desde o local da exploração até a chegada na refinaria.

    Também pode atuar em consultorias ambientais e no setor de exportação e importação, fazendo pesquisas de preços de matérias-primas ou captando compradores. É preciso conhecer a legislação internacional que regula as atividades ligadas ao petróleo e seus derivados e, como a maior parte das empresas do setor é estrangeira, é necessário ter fluência em inglês.

    O mercado de trabalho

    Brasil se destaca cada vez mais no mercado de energia, em especial no segmento de petróleo e gás. A descoberta de poços de gás natural no litoral paulista e o contínuo crescimento da produção resultaram na recente auto-suficiência do país. Além disso, novas tecnologias de ponta são desenvolvidas para a extração de petróleo em alto mar, o que torna o país referência mundial em exploração a grandes profundidades. É alta a procura por esse profissional em toda a cadeia produtiva (exploração, extração, técnicas de perfuração, transporte). Gigantes como a Petrobras e a Exxon (multinacional com concessão para a exploração do petróleo brasileiro) estão entre os maiores empregadores.

    Como as principais reservas situam-se nas bacias de Campos (RJ) e de Santos (SP), as melhores oportunidades concentram-se nesses dois estados. Empresas prestadoras de serviços ou que fabricam equipamentos para o setor, como a Halliburton e a Schlumberger, também empregam boa parte da mão-de-obra.


    O curso

    As aulas são recheadas de cálculos, principalmente nos dois primeiros anos. Estuda-se física, química, geologia, geometria, álgebra, lógica, estatística, mecânica e fenômenos de transporte. A partir do terceiro ano, entram matérias mais específicas, como fontes alternativas de energia, técnicas de exploração e refino do petróleo, prospecção de petróleo, matérias na indústria do petróleo, engenharia de reservatório, métodos de elevação, entre outras.

    Na grade curricular também há disciplinas ligadas à gestão do negócio, como marketing, empreendedorismo, gestão ambiental e direito internacional. Na Universidade Federal da Bahia (UFBA), o curso é uma habilitação de Engenharia de Minas.

    Duração média: quatro anos.

    Outros nomes: Eng. de Exploração e Prod. de Petr.; Eng. de Petr.


    O que você pode fazer

    Comercialização Atuar na venda do petróleo aos compradores nacionais e internacionais e fazer pesquisa de preços de matérias-primas. Consultoria Prestar serviços para empresas do setor para avaliar os riscos ambientais na exploração, produção e distribuição do produto. Desenvolvimento de equipamentos Projetar e acompanhar a produção de novos equipamentos utilizados nas plataformas marítimas, nas petroquímicas e em refinarias. Pode atuar também na venda desses equipamentos. Exploração do petróleo e derivados Decidir como será feita a perfuração dos locais para que o material seja retirado sem prejuízos ambientais nem financeiros. Procura de reservatórios Traçar planos para a descoberta de jazidas de petróleo ou de gás natural, levando em consideração cálculos e características físicas de determinados espaços. Analisar a capacidade de produção dos novos reservatórios. Transporte e distribuição Desenvolver e implantar projetos para o transporte de petróleo e derivados e gás natural desde os locais de exploração até a chegada nas refinarias e petroquímicas. Cuidar da distribuição do produto final até os postos e as indústrias.

    A Droga...

    Droga é toda e qualquer substância, natural ou sintética que introduzida no organismo modifica suas funções.

    Tipos:Uso de Drogas:

    É comum distinguir o abuso do uso de drogas de seu consumo normal. Esta classificação refere-se à quantidade e periodicidade em que ela é usada. Outra classificação, se refere ao uso das drogas em desvio de seu uso habitual, como por exemplo o uso de cola, gasolina, benzina, éter, lóló, dentre outras substâncias químicas. Os usuários podem ser classificados em: experimentador, usuário ocasional, habitual e dependente.

    Motivos associados ao uso

    Os motivos que normalmente levam alguém a provar ou a usar ocasionalmente drogas incluem:

    • Recreação;
    • Problemas pessoais e sociais;
    • Influência de amigos, traficantes assim como da sociedade e publicidade de fabricantes de drogas lícitas;
    • Sensação imediata de prazer que produzem;
    • A facilidade de acesso e obtenção;
    • Desejo ou impressão de que elas podem resolver todos os problemas, ou aliviar as ansiedades;
    • Fuga;
    • Estimular;
    • Acalmar;
    • Ficar acordado ou dormir profundamente;
    • Emagrecer ou engordar;
    • Esquecer ou memorizar;
    • Fugir ou enfrentar;
    • Inebriar;
    • Inspirar;
    • Fortalecer;
    • Aliviar dores, tensões, angústias, depressões;
    • Aguentar situações difíceis, privações e carências;
    • Encontrar novas sensações, novas satisfações;
    • Força do hábito;
    • Ritual;
    • Autoconhecimento, principalmente pelos psiconautas

    Cérebro humano artificial "pode ser construído em 10 anos", diz cientista

    da BBC Brasil

    Um cérebro humano artificial pode ser construído dentro dos próximos 10 anos, segundo Henry Markram, um proeminente cientista sul-africano.

    "Não é impossível construir um cérebro humano e podemos fazer isso em 10 anos", disse Markram, diretor do Blue Brain Project (BBP), à conferência acadêmica global TED na cidade de Oxford, na Inglaterra.

    O BBP é um projeto científico internacional, financiado pelo governo suíço e doações de indivíduos, cujo objetivo é construir uma simulação computadorizada do cérebro de mamíferos.

    Markram já construiu elementos do cérebro de um camundongo. A equipe do cientista se concentra especificamente na coluna neocortical, conhecida como neocortex.

    "10 mil laptops"

    O projeto atualmente tem um modelo de software de dezenas de milhares de neurônios, cada um deles diferente, que os ajudou a construir, artificialmente, uma coluna neocortical.

    A equipe coloca os dados gerados pelos modelos junto com alguns algoritimos --uma sequência de instruções para solucionar um problema-- em um supercomputador.

    "Você precisa de um laptop para fazer todos os cálculos para um neurônio", disse ele. "Portanto você precisa de 10 mil laptops", afirmou.

    Em vez disso, a equipe usa um supercomputador com 10 mil processadores.

    As simulações já começaram a fornecer pistas aos pesquisadores sobre o funcionamento do cérebro. Elas podem, por exemplo, mostrar ao cérebro uma imagem, como uma flor, e seguir a atividade elétrica da máquina, ou seja, como é feita a representação da imagem.

    "Você estimula o sistema e ele cria sua própria representação", disse ele.

    O objetivo é extrair esta representação e projetá-la, permitindo que os pesquisadores vejam diretamente como o cérebro funciona.

    Segundo Markram, além de ajudar na compreensão dos mecanismos do cérebro, o projeto pode oferecer novos caminhos para se entender os problemas mentais.

    "Cerca de dois bilhões de pessoas no planeta sofrem de distúrbios mentais", disse o cientista, reforçando os benefícios em potencial do projeto.