terça-feira, 18 de agosto de 2009
Competência demais atrapalha
Valorize seus pontos fortes. Provavelmente, você já recebeu essa orientação algumas vezes em sua carreira. É um ótimo conselho e faz todo o sentido. Afinal, se você já tem uma aptidão natural, investir nessa habilidade parece ser o caminho mais efi caz para obter bons resultados. Pelo mesmo raciocínio, tentar aprimorar pontos fracos soa como perda de tempo, já que você difi cilmente se tornará excelente naquilo em que tem pouca ou nenhuma vocação. Esse é o senso comum que baseia escolhas de carreira e decisões diárias da maioria dos profi ssionais. Esse modo de pensar e agir não está errado, mas tem limites — e pouca gente percebe isso.
Se você se apoia demais em uma competência, corre o risco de pecar pelo excesso. E aí o que era qualidade vira defeito. “Ao se concentrar em um determinado comportamento que julgam positivo, os profi ssionais são
incapazes de perceber o próprio exagero”, diz em entrevista a VOCÊ S/A o consultor americano Robert E. Kaplan (não confundir com o guru quase homônimo Robert S. Kaplan, criador do método Balanced Scorecard), que publicou um artigo recente sobre o assunto na edição americana da revista Harvard Business Review. Dono de uma ferramenta de avaliação de desempenho 360o, Kaplan fez uma pesquisa com 1 200 gerentes e diretores e constatou que 55% deles são acusados por pares e subordinados de exagerar na dose em pelo menos um comportamento.
As pessoas tendem a se focar em um determinado comportamento, algo que pode ter sido reconhecido como qualidade em alguma empresa ou que favoreceu o profissional em uma determinada situação. “O que funcionou no passado serve como um reforço de imagem para o profi ssional”, diz Marcelo Cuellar, gerente da divisão de RH da Michael Page. Como exemplo, basta pensar em um executivo de vendas que tem como característica o espírito empreendedor, no qual coloca suas fi chas. Ao se concentrar apenas na execução, ele deixa de pensar nos assuntos estratégicos — e aí seu desempenho cai.
A culpa não é apenas do profi ssional. Segundo Robert Kaplan, os processos de desenvolvimento de liderança e de avaliação de desempenho, na maioria das vezes, dividem as qualidades entre fortes e fracas e ignoram quando o pêndulo da balança pende exageradamente para o extremo mais favorável ao profi ssional. “Os instrumentos de avaliação não consideram uma lição fundamental de décadas de investigação sobre falhas comportamentais: mais não é sempre melhor, e executivos perdem seus empregos quando seus pontos fortes viram fracos com o uso exagerado”, diz o especialista. Kaplan diz que é possível detectar e corrigir os excessos, mas que este exercício exige atenção diária e leva tempo. Trata-se de uma escolha complexa: como abandonar um hábito que até agora era visto como positivo. Kaplan sugere perguntar aos colegas: “O que mais preciso fazer?”, “O que devo parar de fazer?” e “O que devo continuar fazendo?”.
Como descobrir se você exagera na dose
1. INCENTIVE O FEEDBACK
Incentive os colegas a lhe darem feedback. “As pessoas é que vão dar o sinal amarelo”, diz David Lingerfelt, diretor da consultoria Mariaca, de São Paulo. Robert Kaplan sugere perguntar aos colegas: “O que mais preciso fazer?”, “O que devo parar de fazer?” e “O que devo continuar fazendo?”
2. QUESTIONE-SE
Quais as características que você gostaria de ter como líder? Faça uma lista e cheque se você está utilizando-as em excesso. Segundo Robert Kaplan, o exercício força a pensar em um novo caminho, em desafiar alguns de seus paradigmas sobre liderança..
3. PRATIQUE DIARIAMENTE ATÉ MUDAR O COMPORTAMENTO
Depois de diagnosticar o problema e tomar consciência da necessidade de mudança, é preciso exercer o novo comportamento. “Desfaça o gatilho antes de agir de determinada maneira, sempre com muita disciplina e determinação”, diz Fernanda Pomin, sócia-diretora da Korn/Ferry.
4. BUSQUE O EQUILÍBRIO
Quanto maior a sua preferência por um estilo de liderança, maior a falta de afinidade com o seu oposto. “Aprender outro comportamento é um exercício para se criar um novo repertório”, diz a diretora de desenvolvimento da Right Management, Marisabel Ribeiro. Assim, você terá dois repertórios e será hábil para escolher o mais apropriado diante de uma nova situação.
Exageros mais comuns
POLITIQUEIRO
Tem talento para o jogo corporativo. Mas, de tanto fazer política, começa a soar falso. Fala muito e entrega pouco. As ações são diferentes do discurso.
COMO CORRIGIR: As pessoas esperam opinião, decisão e assertividade desde que na medida certa. Não se comprometa com tarefas que não você não é capaz de concluir.
AUTOCONFIANTE
A confiança é um componente do sucesso. Mas o excesso dela leva o profissional a ignorar ou a menosprezar opiniões divergentes, prejudicando o próprio trabalho.
COMO CORRIGIR: “Valorizar-se demais é uma defesa às próprias fraquezas”, diz Fernanda Pomin, sócia-diretora da consultoria Korn/Ferry, de São Paulo. Procure enxergar as qualidades de cada integrante da equipe e imaginar como eles podem colaborar com o seu desenvolvimento.
BICÃO
Ser comunicativo é bom. Abusar dessa qualidade, não. Você pode parecer intrometido e carreirista.
COMO CORRIGIR: Comunicar-se bem é saber falar e, principalmente, ouvir. Você precisa perceber como o seu comportamento está sendo assimilado pelas pessoas a sua volta.
CENTRALIZADOR
O sujeito sabe que é competente, mas centraliza porque só confia em si mesmo na hora de decidir.
COMO CORRIGIR: A responsabilidade é sua, mas aprenda a delegar. “É preciso praticar a confiança”, diz Laura Castelhano, diretora- geral da BPI, consultoria de outplacement, de São Paulo.
PROATIVO
Mesmo com a intenção de ajudar e ser resoluto, exagerar na iniciativa pode causar a impressão de que se está passando por cima de um colega ou da equipe.
COMO CORRIGIR: Observe o impacto de suas atitudes. Quando alguém disser “Calma!” ou “Deixa comigo!”, pode estar querendo dizer para você não ir além daquele ponto.
CONDESCENDENTE
A compreensão é uma qualidade. O exagero, nesse caso, é ser bonzinho demais. Como a centralização, a falta de direção também prejudica a equipe.
COMO CORRIGIR: Sem virar um tirano, organize a equipe em torno do resultado. Se a pessoa pede para sair mais cedo, deixe, mas pergunte quando ela poderá repor se for necessário.
RÍGIDO
Organização, pensamento lógico e rotina são importantes para o gestor. Mas o excesso de rigidez prejudicará o desempenho quando ocorrer algo fora do script.
COMO CORRIGIR: Procure entender que é impossível prever tudo. Quem é organizado já está bem preparado para os imprevistos, falta apenas aceitar que eles acontecem.
Estudo aponta aumento de "bebedeira" entre adultos mais velhos
O consumo desenfreado de bebidas em festas e eventos sociais é habitualmente visto como um problema dos campi universitários, mas muitos adultos mais velhos podem estar abusando do álcool também, segundo estudo publicado na segunda-feira (17) nos EUA.
Com base numa pesquisa do governo junto a quase 11 mil norte-americanos com pelo menos 50 anos, os pesquisadores disseram que 23% dos homens e 9% das mulheres entre 50 e 64 anos admitem ter enchido a cara no mês anterior.
Entre os adultos com 65 anos ou mais, mais de 14% dos homens e 3% das mulheres admitiram ter tido esse comportamento - definido como tomar cinco ou mais doses de álcool em uma única ocasião.
O abuso esporádico do álcool costuma ser visto como um problema juvenil. Um recente estudo do governo dos EUA apontou que, entre universitários de 18 a 24 anos, 25% admitiram uma bebedeira recente.
Mas as novas descobertas, publicadas na revista "American Journal of Psychiatry", mostram que adultos mais velhos também são suscetíveis, segundo a Reuters Health.
"Sentimos que nossas descobertas são importantes para a saúde pública das pessoas de meia idade e idosas, já que apontam para um problema potencialmente inadvertido, que frequentemente escapa à avaliação típica dos problemas de alcoolismo nas práticas psiquiátricas", disse em nota o pesquisador Dan Blazer, do Centro Médico da Universidade Duke, na Carolina do Norte.
Blazer e seu colega Li-Tzy Wu basearam suas conclusões numa pesquisa nacional feita em 2005 e 2006.
Junto com a "bebedeira", a pesquisa avaliou também o chamado consumo alcoólico de risco, ou seja, os hábitos relativos à bebida que podem ter um efeito nocivos sobre a saúde.
No estudo, esse comportamento foi definido como sendo o consumo de pelo menos duas doses por dia.
Entre as pessoas de 50 a 64 anos, 19% dos homens e 13% das mulheres eram bebedores de risco. Para as pessoas mais velhas, eram 13 e 8%, respectivamente.
A alcoolização eventual acarreta inúmeros riscos, como acidentes, comportamento violento, danos neurológicos e hipertensão. Para Blazer e Wu, isso "claramente apresenta" maiores consequências com o avanço da idade, quando se desenvolvem problemas crônicos de saúde que podem ser agravados pela bebida.
Mas os pesquisadores notaram que a maioria das pessoas que se embebeda eventualmente não é dependente do álcool, o que pode fazer com que seu problema passe despercebido.
A mensagem para os médicos, segundo Blazer, é que eles precisam fazer aos seus pacientes mais velhos perguntas específicas sobre o consumo esporádico do álcool em grandes quantidades.
Nasa descobre substância para formação de vida em amostras de cometa
Cientistas da Nasa (agência espacial norte-americana) descobriram glicina, elemento fundamental para a formação de vida, em amostras do cometa Wild 2 trazidas à Terra pela sonda Stardust em 2006, revelou hoje o Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da agência.
"A glicina é um aminoácido usado pelos organismos vivos para produzir proteínas e esta é a primeira vez que é encontrada em um cometa", afirmou Jamie Elsila, do Centro de Voos Espaciais da Nasa.
"A descoberta apoia a teoria de que alguns ingredientes da vida surgiram no espaço e chegaram à Terra por meio do impacto de meteoritos e cometas", informou um comunicado do JPL.
Carl Pilcher, diretor do Instituto de Astrobiologia da Nasa, afirmou que a descoberta também respalda a hipótese de que os blocos básicos da vida abundam no espaço e que a vida no universo é mais comum do que se acredita.
Os resultados da investigação dos cientistas foram apresentados durante uma reunião realizada pela Sociedade Química dos Estados Unidos em Washington no fim de semana passado e serão publicados em breve pela revista "Meteorites and Planetary Science", disse o JPL.
A sonda Stardust atravessou uma densa nuvem e gases que rodeavam o núcleo de gelo do Wild 2 em janeiro de 2004.
Desde o princípio, as análises revelaram a presença de glicina nas amostras. No entanto, por esse ingrediente existir na vida terrestre acreditou-se que a malha estava contaminada.
"Era possível que a glicina achada tivesse se originado durante a manipulação ou fabricação da cápsula", explicou Elsila.
As novas investigações, porém, descartaram a possibilidade, após usarem a análise isotópica, acrescentou.
Astrônomos encontram agente 'formador da vida' em cometa
Esta é a primeira vez que se encontra um aminoácido neste tipo de corpo celeste.
As proteínas são formadas por combinações de aminoácidos e, por sua vez, são usadas na formação de várias estruturas dos organismos vivos, de cabelos a enzimas.
"Nossa descoberta sustenta a teoria de que alguns dos ingredientes para a criação da vida se formaram no espaço e foram trazidos à Terra pelo impacto de meteoritos e cometas", disse Jamie Elsila, cientista no Centro de Voos Espaciais da Nasa em Greenbelt, no Estado de Maryland, e principal autor de um estudo sobre o assunto, a ser publicado na revista Meteoritics and Planetary Science.
Para Carl Pilcher, diretor do Instituto de Astrobiologia da Nasa, a análise da equipe de Elsila reforça o argumento de que a vida no universo "pode ser mais comum do que rara".
Coleta especial As amostras foram colhidas do cometa Wild 2 pela espaçonave Stardust.
Em janeiro de 2004, a nave atravessou a densa camada de gases e poeira que cercam o núcleo gelado do Wild 2.
Na passagem, uma estrutura coletora especial, parecida com uma raquete de tênis e preenchida com um gel espumoso, capturou as amostras das substâncias.
Essa estrutura foi então colocada em uma cápsula que foi separada da Stardust e enviada à Terra com um paraquedas, chegando em janeiro de 2006.
Desde então, os cientistas vinham analisando as amostras para tentar aprender mais sobre a formação de cometas e do nosso Sistema Solar.
Toque de cinco segundos pode transmitir emoções específicas
Cientistas liderados por Matthew J. Hertenstein, professor associado de psicologia da DePauw University, recrutou 248 estudantes. Cada um tocaria ou seria tocado por um parceiro antes desconhecido, para tentar comunicar uma emoção específica: raiva, medo, alegria, tristeza, repulsa, amor, gratidão ou compaixão.
A pessoa tocada estava vendada e não sabia o gênero da pessoa que a estava tocando, que era instruída a tentar transmitir uma das oito emoções. Ambos os participantes permaneciam em silêncio. Quarenta e quatro mulheres e 31 homens tocaram uma parceira do sexo feminino, enquanto 25 homens e 25 mulheres tocaram um parceiro do sexo masculino.
Depois, cada pessoa tocada recebeu uma lista de oito emoções e foi orientada a escolher a transmitida. Havia também uma nona escolha: "nenhuma dessas emoções", para eliminar a possibilidade de forçar a escolha de uma emoção quando nenhuma delas foi verdadeiramente sentida.
Os participantes que tocaram as outras pessoas foram instruídos a tocar qualquer parte do corpo. Eles escolheram, em geral: cabeça, rosto, braços, mãos, ombros, tronco e costas.
A compreensão correta variou de 50% a 78%, muito mais alta que os 11% esperados pelo acaso e comparável a índices observados em estudos de emoção verbal e facial.
Os pesquisadores também registraram um vocabulário complexo de toques - balançar, esfregar, alisar ou apertar, pequenas mudanças na quantidade de pressão aplicada, variações na brusquidão do toque, índices de movimento dos dedos pela pele, e diferenças na localização e duração do contato.
Tiffany Field, diretora do Instituto de Pesquisa do Toque da Universidade de Miami, ficou impressionada com o trabalho. "Essa informação é muito interessante, e acrescenta muito à ciência da emoção e da comunicação".
No entanto, ela continuou: "Não é provável que usemos o toque como forma de expressão com estranhos. É algo reservado para interações mais íntimas".
Field não esteve envolvida no estudo, publicado na edição de agosto do jornal "Emotion".
Os participantes consistentemente escolheram certos tipos de toque para transmitir emoções específicas. Eles muitas vezes expressaram medo, por exemplo, segurando e apertando, sem movimento. A compaixão era demonstrada segurando, alisando e esfregando.
Homens e mulheres foram igualmente aptos a interpretar o toque, mas usaram ações diferentes para comunicar emoções. Os homens raramente tocaram o rosto de outra pessoa. Quando o fizeram, foi apenas para expressar raiva ou repulsa a mulheres, e compaixão para outros homens. As mulheres, por sua vez, tocaram rostos com frequência para expressar raiva, tristeza e repulsa em relação a ambos os gêneros, e para transmitir medo e alegria para os homens.
As razões evolucionárias para esse sistema de comunicação são desconhecidas, mas os autores sugerem que elas podem ter a mesma origem de rituais de cuidados com a aparência de outros primatas. Os autores reconhecem que os dados são limitados a uma amostra de americanos jovens, e que diferenças culturais podem desempenhar um papel importante.
Mesmo assim, Hertenstein disse: "Essas descobertas têm fortes implicações em relação ao poder do toque. A maioria dos toques durou cerca de cinco segundos. Porém, nesses breves momentos, somos capazes de comunicar emoções distintas, assim como fazemos com nossa face. É um sofisticado sistema de sinalização diferenciada que antes não conhecíamos".
Você conhece a síndrome do 'ombro congelado'?
A síndrome do “ombro congelado”, também conhecida como bursite, pode ter início com uma aparentemente simples dificuldade de se vestir ou alcançar um objeto no alto de uma prateleira. O problema é a rapidez com que a pessoa pode ter seus movimentos limitados pela dor.
“Para o paciente, é como se o ombro estivesse mesmo congelado, impossibilitando movimentos simples, como o de alcançar o bolso de trás da calça”, diz o médico ortopedista Gilberto Anauate.
De acordo com o especialista, a bursite é caracterizada pela inflamação da articulação do ombro, podendo afetar músculos, nervos e fluidos sinoviais. “Geralmente, a síndrome do ombro congelado está associada a dores no pescoço ou mesmo na coluna. O diagnóstico inicial e o tratamento devem levar em consideração essas outras partes do corpo”.
Anauate diz que mulheres com idade entre 40 e 50 anos formam o grupo mais atingido pela doença, podendo estar associada a quedas ou mau jeito. “Pessoas que praticam esportes que forçam muito os ombros, como o tênis e o voleibol, são fortes candidatas a sofrer desse mal, assim como aqueles que têm diabetes, disfunções na tireoide, ou mesmo que apresentem níveis altos de triglicérides.”
A boa notícia é que a síndrome do 'ombro congelado' não dura para sempre. Mas, quando não diagnosticada e não tratada pode restringir os movimentos por cerca de seis meses, no mínimo. “Além de medicamentos injetáveis, a fisioterapia é recomendada na maioria dos casos. Apesar da dificuldade de movimentação da articulação, um bom profissional deverá prescrever exercícios específicos para o fortalecimento dos músculos e para dissolver a tensão causada pela dor. Aos poucos, o paciente vai retomando a confiança de se movimentar normalmente”, diz o médico ortopedista – ressaltando que em casos mais extremos pode haver indicação de tratamento cirúrgico.
Matemáticos calculam possibilidade de Humanidade sobreviver a 'ataque de zumbis'
O exercício matemático considera várias opções e cenários, incluindo quarentenas bem e mal sucedidas de infectados, assim como a possibilidade de alguns humanos sobreviverem, mas terem que co-existir com zumbis.
Os autores afirmam que um ataque de zumbis poderia acabar com a civilização a não ser que a reação fosse "rápida e bastante agressiva". Mas advertem: "Se a escala do surto aumentasse, então, o resultado seria o do juízo final: um surto de zumbis resultaria no colapso da civilização, com todos os humanos infectados, ou mortos. Isso porque nascimentos humanos e mortes dariam aos zumbis um suprimento infinito de novos corpos para infectar, ressuscitar e converter", afirmam os autores.
Para dar aos vivos uma chance de lutar, entretanto, os pesquisadores escolheram zumbis "clássicos", que se locomovem lentamente, em vez de criaturas mais inteligentes e ágeis mostradas em alguns filmes recentes.
O professor Robert Smith? (o ponto de interrogação faz parte do nome dele, para diferenciá-lo do cantor homônimo da banda The Cure) e seus colegas explicaram como o estudo foi feito: "Nós criamos um modelo de ataque de zumbis usando suposições biológicas baseadas em filmes de zumbis. Nós introduzimos um modelo básico para infecções de zumbi e ilustramos o resultado com soluções numéricas."
UESB.. Isenção para Vestibular 2010
Os preparativos para o Processo Seletivo 2010 da Uesb, já começaram! A Comissão Permanente de Vestibular (Copeve) acaba de divulgar o edital de isenção total ou parcial do pagamento da taxa de inscrição referente ao Concurso Vestibular do próximo ano.
Seis categorias poderão concorrer ao benefício. São elas: alunos optantes pelo sistema de reserva de vagas ou quotas adicionais; alunos oriundos de cursos pré-vestibulares comunitários e populares, que comprovem ter cursado ou estar cursando o Ensino Médio, por meio de exames supletivos ou cursos equivalentes; estudantes da Rede Pública de Ensino do Brasil não optantes pelo sistema de reserva de vagas ou quotas adicionais; servidores da Uesb e seus dependentes; servidores de outras Universidades Estaduais da Bahia e seus dependentes; alunos do Programa Universidade Para Todos (UPT), vinculados à Uesb.
Se você se encaixa em algum desses perfis, fique atento! As inscrições já estão abertas, vão até o dia 19 de agosto e devem ser feitas, exclusivamente, pela internet. Mais informações na Copeve, pelo telefone (77) 3424-8607ou através do Edital Nº 069/09.
Momento Distração!!
JOSÉ SIMÃO
Ueba! William Bonner tá na Record!
E sabe como a Universal tira dinheiro dos fiéis? Sai desse bolso que não te pertence!
BUEMBA! BUEMBA! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República. Direto do País da Piada Pronta! Olha a promoção que eu vi no supermercado: sabonetes SENADOR! Pague três e leve dois! É verdade! E eu vou refazer aquela camiseta pra senador: ROUBEI, MAS NÃO FUI EU! E as fofoqueiras: "Erenice, assessora de Dilma, desmente Iraneth, assessora de Lina". Guerra de comadres.
E Telecatch no ar! Tô adorando essa briga Globo X Record! E o William Bonner tá aparecendo mais na Record que na Globo! Rarará! E adoro quando o Edir Macedo diz que se converteu. Se converteu de pobre em rico. Converteu real em dólar! Desaforo: essa grana da Universal viaja mais que eu. Viaja mais que o Lula: sai de Caicó, vai pra São Paulo, de São Paulo pras Ilhas Cayman, Ilhas Canal, Miami e volta pra São Paulo! Grana Bumerangue! E sabe como a Universal tira dinheiro dos fiéis? Sai desse bolso que não te pertence! E mais um milagre do Edir Macedo: fez a multiplicação das igrejas. Converteu cinema em igreja!
E os novos ensinamentos dos pastores da Universal: 1) Temos que fugir das tentações de Satanás e dos fiscais de Imposto de Renda. 2) Por que esperar o reino de Deus se a suíte presidencial do Sheraton é muito melhor? 3) Quem assiste novela da Globo vai pro inferno. VIRA DALIT! Alias, dalit é uma amiga minha: ninguém me toca há milênios. Rarará! E o pastor desencapetando a loira gritando: "Diabo, desaloja, desaloja, desaloja". E a loira aos berros: "Casas Bahia, Americanas e Marisa!".
E uma antiga piada verídica. Um homem estava na porta da Universal. E o pastor: "Não vai entrar, irmão?". "Não posso, TÔ DURO." Rarará! E a gripe suína. O chargista Santiago mostra a máscara pra gaúcho. Máscara com buraquinho no meio. PRA TOMAR CHIMARRÃO! Vocês é que têm cabeça suja! Rarará! É mole? É mole, mas sobe! Ou como disse aquele outro: é mole, mas rela pra ver o que acontece!
Antitucanês Reloaded, a Missão! Continuo com a minha heroica e mesopotâmica campanha Morte ao Tucanês. Acabo de receber mais um exemplo irado de antitucanês. É que em Juazeiro, Ceará, tem uma churrascaria chamada Pau do Guarda. Botaram o pinto do guarda no espeto. Vou abrir uma churrascaria em Sampa chamada Picanha do Marronzinho! Mais direto impossível. Viva o antitucanês. Viva o Brasil!
E atenção! Cartilha do Lula. O Orélio do Lula. Mais um verbete pro óbvio lulante. "Evangélica": companheira que se converteu em Angélica. O lulês é mais fácil que o ingrêis. Nóis sofre, mas nóis goza. Hoje, só amanhã. Que eu vou pingar o meu colírio alucinógeno!
Período de inscrições pode ser mais estressante que o de provas
Mas ainda dá tempo de mudar a rotina e evitar ficar doente pelo estresse
Pesquisas do Labeest (Laboratório de Estudos do Estresse) da Unicamp mostram que o nível de estresse dos vestibulandos nos meses em que são feitas as inscrições pode ser maior do que no próprio dia do exame.
Para a psicoterapeuta da Santa Casa do Rio Patrícia Tasca, o mais importante é o vestibulando organizar a rotina e estabelecer horários fixos para os estudos e para o descanso. "Ainda há tempo para trabalhar o estresse e a ansiedade, e, neste momento, a disciplina é fundamental para o sucesso."
O psicólogo e consultor do pré-vestibular do Anglo, Helder Kamei, recomenda que os estudantes agora redobrem a atenção para três níveis: físico, emocional e mental.
"Nesta época, os alunos tendem a priorizar o aspecto mental. Isso gera desequilíbrio e acaba sendo mais prejudicial para o rendimento", afirma.
Medidas simples, como praticar exercícios leves, reduzir o consumo de café e colocar o sono em dia, podem ajudar a reduzir os níveis de ansiedade dos alunos nesta fase.
Há três anos tentando uma vaga em medicina, a estudante Juliana Machado, 20, sempre teve gastrite nervosa nas semanas que antecediam as provas. No início deste ano, a estudante manifestou outra doença: a conjuntivite.
"Fiquei dois meses com o olho inchado. Sempre piorava na época das provas." O problema só foi resolvido nas férias. "Aproveitei para colocar o sono em dia e sair, o que fiz durante todo o ano", conta Juliana.
A falta de uma rotina estruturada também levou a estudante Mariana Sepulveda, 19, a ser internada com febre e enjoo na véspera da prova da Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), em junho deste ano. "Quando minha mãe disse que não precisava fazer a prova, melhorei na hora", diz ela, que vai tentar uma vaga em engenharia. Neste semestre, ela pretende aliviar a tensão com ginástica. "Vou entrar em uma academia." (DANIELA MERCIER)
ENEM NAS FEDERAIS
Candidatos a medicina têm as melhores oportunidades
Na seleção unificada, muitos dos cursos bem avaliados são de saúde
Quem está prestando o Enem neste ano pode concorrer, pelo sistema unificado de seleção, a dez federais que foram muito bem avaliadas pelo Ministério da Educação.
Essas federais, que estão em quatro Estados -Minas, Rio, Paraná e Rio Grande do Sul-, obtiveram notas 4 e 5 em um índice criado pelo MEC, que varia de 1 a 5 (leia mais abaixo).
Unifesp e UFBA não estão nessa lista porque, embora bem avaliadas, seus cursos mais importantes não participam do processo de seleção do Enem.
Na Unifesp, o Enem será usado como única forma de ingresso em 19 dos 26 cursos. Nos mais concorridos, como medicina e enfermagem, a instituição aplicará uma outra prova.
Das 55 federais do país, 53 já tiveram as suas graduações avaliadas pelo Enade -ficaram de fora Unipampa e UFABC, recém-criadas e ainda sem alunos concluintes.
Nas dez universidades procuradas pelo Fovest, as principais estrelas são os cursos da área de saúde, principalmente de medicina.
Rômullo Marino, 19, que tenta medicina pela segunda vez, já está sendo beneficiado pelo sistema unificado do Enem. Em 2008, ele teve que escolher entre a UFRGS e a UFMG porque os exames eram no mesmo dia. "Com o novo Enem, as datas coincidem menos."
Rômullo está disposto a se mudar se passar em uma universidade de outro Estado. "Medicina tem muito disso, de ir para fora. São Paulo é muito concorrido", diz.
Um dos alvos dele é a UFCSPA (Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre), que usará o Enem como seleção. A instituição teve nota máxima em avaliação do MEC, assim como o seu curso de medicina.
Maria Terezinha Antunes, pró-reitora de graduação da UFCSPA, diz que a universidade já é muito procurada por alunos de fora -12% do total.
"Essa mobilidade de estudantes se dá majoritariamente na medicina", diz.
O mesmo ocorre na Ufpel, de Pelotas (RS). Ali, os cursos de medicina, direito e odontologia são os mais procurados por quem é de fora -60% dos alunos não são de Pelotas.
China sinaliza corte de emissões de CO2
Relatório de cientistas ligados ao governo sugere que produção de gases-estufa desacelere em 2020 e caia a partir de 2030
Embora documento não seja político, ele esboça uma mudança na posição do país e disposição a um acordo em Copenhague, diz analista
A China precisa de metas rígidas para que suas emissões de gases do efeito estufa desacelerem e comecem a cair até 2030, indica um estudo produzido por um grupo de pesquisadores ligados ao governo do país.
O apelo por "metas quantificáveis" para limitar a poluição de gases-estufa se opõe à política adotada por Pequim, que até agora vinha evitando assumir compromissos de corte.
"Em 2008, a China se tornou o país que mais emite gases-estufa, e agora encara desafios sem precedentes", afirma o relatório de 900 páginas, reconhecendo publicamente que a população chinesa ultrapassou a americana em queima de combustíveis fósseis -apesar de a emissão per capita ser mais alta nos EUA. "Assim que possível, é preciso estudar e esboçar metas relativas e depois absolutas para limitar o volume total de emissões de CO2."
O documento, intitulado "Relatório de Energia e Emissões de CO2 na China de 2050", propõe que o aumento das emissões desacelere acentuadamente em 2020 e passe a cair a partir de 2030.
Se a meta for alcançada, daqui a quatro décadas a produção de gases-estufa por queima de combustível fóssil no país "pode cair para o mesmo nível de emissões de 2005, ou até mais", afirma o estudo.
Apesar de produzido por assessores do governo chinês, o relatório não equivale a uma declaração política. O documento sinaliza, porém, que a China deve buscar uma posição para permitir a construção de um consenso no próximo acordo global de corte de emissões. O tratado, que deve ser firmado em dezembro num encontro em Copenhague, dará continuidade ao Protocolo de Kyoto, que expira em 2012.
Pelo acordo atual, a China e outros países em desenvolvimento estão desobrigados de metas de corte de emissões. Até agora, o governo chinês vinha resistindo a pressões para que essa regra mude.
"Este relatório pretende mostrar ao governo [chinês] quais são suas opções", diz Deborah Seligsohn, da ONG World Resources Institute, que promove políticas contra o aquecimento global. "Acho que eles estão concentrando bastante seus esforços para levar as negociações adiante."
Clima nos bastidores
No início do mês, o embaixador chinês para assuntos de clima, Yu Qingtai, afirmou que seu país pretende reduzir a curva de crescimento das emissões assim que possível.
Na próxima semana, o Comitê Permanente -autoridade do Partido Comunista que define as prioridades a serem apreciadas no parlamento chinês- deve analisar um outro relatório sobre política para mudança climática, afirmou a agência de notícias estatal Xinhua.
Os autores do novo relatório incluem especialistas em clima de organizações chinesas como o Instituto de Pesquisa Energética e o Centro de Pesquisa em Desenvolvimento, que assessoram o governo. Os pesquisadores reforçam que o estudo é um trabalho científico e não um plano de metas definitivo. As propostas, porém, já passaram pelas mãos de autoridades e foram mencionadas numa reunião de cúpula do partido na semana passada. O documento também lista os problemas estruturais que a China pode vir a ter com o aquecimento global.
SUS vacinará contra pneumococo em 2010
Rede pública de saúde oferecerá imunização contra pneumonia, meningite e otite para todas as crianças com até um ano
A OMS recomenda que todos os países incluam a vacina, que está disponível na rede privada há quase dez anos, nos calendários
A partir de 2010, o SUS (Sistema Único de Saúde) passará a oferecer de forma gratuita a todas as crianças com até um ano uma vacina contra a bactéria pneumococo, que provoca meningite bacteriana, pneumonia e otite média, além de algumas formas de bronquite e sinusite.
Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), as doenças pneumocócicas são as principais causas de morte de crianças menores de cinco anos que poderiam ser prevenidas com a vacinação. A entidade recomenda que todos os países incluam a vacina contra doenças pneumocócicas em seus calendários pediátricos de rotina.
A medida é fruto de acordo firmado entre o Ministério da Saúde e a farmacêutica britânica GSK (GlaxoSmithKline). O convênio prevê a transferência de tecnologia para a Fiocruz, que, no futuro, assumirá a produção do imunizante.
Para a médica Isabella Ballalai, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, o anúncio da vacina é uma boa notícia porque a inclusão do medicamento na rede era reivindicação antiga das sociedades de imunização e pediatria.
"Essa vacina [na realidade é uma similar, a 7-valente, que protege contra sete subtipos de vírus] existe na rede privada há quase dez anos e o próprio Programa Nacional de Imunização já comprovou a relação favorável de custo e benefício. Onde incluída, sempre trouxe excelentes resultados", afirma.
Segundo o Ministério da Saúde, o pneumococo causa cerca de 1.500 casos de meningite, 20 mil hospitalizações por pneumonia e mais de 3 milhões de casos de otite média aguda por ano no Brasil. A estimativa é que a inclusão da vacina no calendário nacional leve a uma redução de cerca de 10 mil mortes por ano em todas as faixas etárias -com a imunização das crianças, a circulação da bactéria no ambiente diminui e o efeito positivo é sentido também entre os adultos.
A vacina 7-valente, produzida pela farmacêutica Wyeth, custa cerca de R$ 500 (por quatro doses) na rede privada de saúde. "Vamos oferecer no SUS uma vacina moderna, conjugada, que hoje está acessível a uma parcela muito pequena da população", disse o ministro José Gomes Temporão.
A vacina adquirida pelo ministério será eficaz contra dez sorotipos do pneumococo.
Com isso, a cobertura passará dos atuais 70% para 82,5% dos casos registrados no Brasil.
Há ainda uma terceira vacina, também da Wyeth, que protege contra 13 sorotipos da bactéria, mas que aguarda aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
Pelo acordo oficializado ontem, o governo brasileiro se compromete a adquirir cerca de 13 milhões de doses por ano da vacina da GSK, batizada de Synflorix, até que o processo de transferência de tecnologia seja concluído, o que deve ocorrer em 2017. O custo anual da compra é de R$ 400 milhões.
Segundo o Ministério da Saúde, a quantidade é suficiente para imunizar todas as 3,2 milhões de crianças nascidas a cada ano no país, que precisarão receber doses aos dois, quatro e seis meses de idade. Uma quarta injeção, de reforço, deve ser aplicada até o 12º mês de vida.
A transferência de tecnologia terá início imediato, mas a conclusão só será possível após a construção de uma nova fábrica no campus da Fiocruz em Manguinhos, no Rio.
Novas vacinas
O acordo prevê ainda a cooperação para o desenvolvimento de vacinas contra a dengue e a malária e o aperfeiçoamento da vacina contra febre amarela, já produzida pela Fiocruz.
Ainda não se sabe quanto tempo será necessário para o desenvolvimento dos produtos. Após o registro, a Fiocruz poderá distribuí-las ao sistema de saúde pública brasileiro e fazer doações a países africanos.
Federal de Santa Catarina abre inscrições para isenção de taxa do vestibular 2010
O benefício será dado para candidatos que comprovarem não ter condições para o pagamento da taxa. Professores da rede pública de ensino de Santa Catarina sem nível superior também têm isenção. A relação das isenções deferidas será divulgada em 6 de outubro.
Os interessados devem enviar os documentos solicitados para a Coperve/UFSC até 15 de setembro, pelos Correios ou postos de recebimento nas cidades de Florianópolis, Araranguá, Blumenau, Camboriú, Canoinhas, Chapecó, Criciúma, Curitibanos, Itajaí, Joaçaba, Joinville, Lages e Tubarão. Veja a lista de documentos para o requerimento de isenção e os locais para a entrega da documentação.
Vestibular 2010
O concurso será realizado nos dias 6, 7 e 8 de dezembro de 2009. Serão oferecidas 5.721 vagas para 76 cursos, que serão oferecidos em Florianópolis e nos novos campi de Joinville, Curitibanos e Araranguá. As inscrições ocorrem de 15 de setembro a 14 de outubro, somente via internet.
Nesse vestibular, serão oferecidos pela primeira vez os cursos de fonoaudiologia e engenharia eletrônica (em Florianópolis), engenharia da mobilidade (Joinville), ciências rurais (Curitibanos) e tecnologia da informação (diurno e noturno, em Araranguá).
Outras sete novas graduações estão em avaliação pela Câmara de Ensino da UFSC e poderão ainda ser contempladas no vestibular 2010: engenharia de energia (em Araranguá); geologia, antropologia, arquivologia, ciências rurais (bacharelado e licenciatura) e ciências biológicas licenciatura noturno (no campus de Florianópolis). A expectativa é de que até o dia 15 de setembro se tenha uma definição com relação a estes novos cursos.
Provas
Nos dois primeiros dias, o candidato responde a questões objetivas. Redação e questões discursivas ficam concentradas no terceiro dia do concurso.
O número de questões discursivas passa de três para seis. Ele deverá obter pelo menos três pontos no conjunto das discursivas (no vestibular 2009 a exigência era não zerar nestas questões, que têm peso de 2,5 pontos cada).
Na redação, o critério da pontuação foi alterado para 15, e a exigência de nota mínima passa para 6. No vestibular 2009, a regra era obtenção de nota mínima 4 em uma escala zero a 10. Também foi alterado o número de questões da prova de Língua Portuguesa de 10 para 12, e de Língua Estrangeira de 10 para 8.
As provas começarão às 14h, com entrada a partir de 13h e fechamento dos portões às 13h45min.
Veja o que será cobrado nos exames:
Prova 1 (Dia 6/12/2009 - 14h às 18h):
Prova 2 (Dia 7/12/2009 - 14h às 18h):
Prova 3 (Dia 8/12/2009 - 14h às 18h):
Enem 2009
A UFSC vai adotar a nota da prova objetiva do Enem 2009 (Exame Nacional do Ensino Médio) como percentual de 20% no vestibular 2010. Para utilizar o Enem, o candidato deverá fazer esta opção no formulário de inscrição.
De acordo com a Coperve/UFSC, organizadora do processo seletivo, caso a composição com o conceito do Novo Enem prejudique o candidato, prevalece a nota do vestibular.
O Enem 2009 será usado também na classificação para vagas remanescentes. Isso significa que se sobrarem vagas os candidatos serão avaliados somente a partir de sua colocação no novo exame.
Ações Afirmativas
O vestibular da UFSC também levará em conta o Programa de Ações Afirmativas, que estabelece 20% das vagas de cada curso para candidatos que tenham cursado integralmente o ensino fundamental e médio em instituições públicas de ensino.
Além disso, 10% serão destinadas para candidatos autodeclarados negros, que tenham também cursado integralmente o ensino fundamental e médio em instituições públicas de ensino. Sete vagas serão destinadas para candidatos autodeclarados indígenas.
Universal pede para o Ministério Público investigar promotores
A Igreja Universal do Reino de Deus pediu oficialmente na segunda-feira que o Ministério Público de São Paulo investigue os promotores que denunciaram o bispo Edir Macedo e outros nove membros da igreja.
Segundo nota divulgada pela assessoria da Universal, o pedido de sindicância foi baseado em reportagens divulgadas pela imprensa sobre a legitimidade da denúncia.
Leia a íntegra da nota da Universal
Reportagem do programa "Reporter Record", da TV Record, divulgada ontem à noite, ressalta o relacionamento entre o promotor Roberto Porto, responsável pela ação, e a juíza Patrícia Alvarez Cruz, que foi titular da vara onde a denúncia foi acolhida, o que invalidaria a denúncia. Porto e Patrícia foram namorados.
Universal pede para fiel tirar Globo da TV, diz "Ooops!"
Record e Globo exibem ataques em seus programas dominicais
Bispo Edir Macedo liga denúncia contra Universal a crescimento da Record
Justiça manda prosseguir denúncia contra Edir Macedo
O Ministério Público também divulgou nota hoje na qual rebate as suspeitas da Record e esclarece que a denúncia foi oferecida pelos promotores do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e foi recebida pelo juiz Gláucio Roberto Brittes, da 9ª Vara Criminal de São Paulo, após ser distribuída pelos trâmites legais do TJ (Tribunal de Justiça).
"A distribuição da denúncia foi feita de acordo com os trâmites legais, ou seja, por meio de procedimento eletrônico adotado pelo Tribunal de Justiça. A juíza Patrícia Alvarez Cruz, citada na reportagem, nunca atuou no processo criminal em questão que, conforme já explicado, é presidido pelo juiz Gláucio Roberto Brittes", diz a nota, assinada pelo procurador-geral de Justiça de São Paulo, Fernando Grella Vieira.
A reportagem do programa "Repórter Record" também criticou a TV Globo e mostrou uma entrevista com o bispo Edir Macedo. Cerca de 15 minutos depois, a Globo exibiu no 'Fantástico' reportagem na qual fiéis dizem ter sido enganados pela Igreja Universal do Reino de Deus.
Edir Macedo se defendeu das acusações durante a reportagem. "Antes eles tinham medo que eu fosse candidato à Presidência da República e hoje eles têm medo que a Record se posicione em primeiro lugar", disse o fundador da Universal e dono da Rede Record.
Já na Globo, a reportagem, realizada por Cesar Tralli, mostrou ex-fiéis da Universal e propriedades de luxo que seriam de integrantes da igreja.
Verdades sobre o leite e a saúde humana
A humanidade vem consumindo leite de vaca há milhares de anos, fato que contribuiu significativamente para o desenvolvimento da civilização. Apesar disso, alertas classificando o leite de vaca como tóxico e prejudicial à saúde vêm ganhando espaço na mídia. As raízes desse paradoxo são bastante complexas. Grande parte do negativismo atribuído ao leite está menos relacionado a questões de saúde do que ao antagonismo dirigido para a pecuária. Se a opinião pública acreditar que o consumo de leite é prejudicial ao homem, as fazendas de gado leiteiro e as fábricas de laticínios desaparecerão, para a felicidade de ativistas dos direitos dos animais e alguns ambientalistas.
Se existe um alimento natural aperfeiçoado ao longo de muitos anos pela seleção natural para manter os mamíferos vivos e saudáveis, trata-se do leite. De acordo com registros arqueológicos, os mamíferos - por definição, animais cujas fêmeas secretam leite como alimento para a sua prole - surgiram há cerca de 150 milhões de anos. Qualquer animal produtor de leite de qualidade inferior não consegue manter os descendentes e, portanto, não consegue p erpetuar os seus genes.
No século XX, pesquisadores determinaram que o leite de vaca possuía a maioria dos elementos essenciais - micronutrientes, aminoácidos e ácidos graxos essenciais - em quantidades maiores do que em qualquer outro produto isolado. Esse achado permanece irrefutável até os dias de hoje. Além disso, o leite de vaca contém proteínas de alta qualidade, e aproximadamente 77% do cálcio da dieta vêm do leite e seus derivados. Mas além de conter os nutrientes fundamentais, o leite de vaca contém outras substâncias bioativas - enzimas, fatores de crescimento, hormônios e citocinas (moléculas parecidas com os hormônios), componentes que reforçam a importância desse alimento para a saúde do homem.
De modo geral, a coalizão de combate ao leite não parece realmente preocupada com o leite em si. Na verdade, parece ter escolhido-o como o vilão para eliminar o seu alvo principal: a pecuária. Esse grupo conseguiu muitos avanços mesmo entre pessoas que não concordam com este objetivo. Os simpatizantes e ativistas incluem repórteres, médicos e nutricionistas. Dessa forma, torna-se difícil mostrar as evidências objetivas dos benefícios do consumo de leite.
A rejeição ao leite é freqüentemente expressa por frases do tipo "é para crianças". O signficado implícito dessa afirmação é que o consumo de leite traz benefícios durante a infância e a juventude, mas não na vida adulta. Assume-se que o organismo adulto completou o desenvolvimento e que a ingestão de leite, que promove o crescimento, torna-se completamente desnecessária. Isso não é verdade. De acordo com as evidências disponíveis até o momento, a quantidade de cálcio nos ossos dos indivíduos aumenta pelo menos até a primeira metade da terceira década de vida. Além disso, várias células do organismo, incluindo os neurônios, replicam-se durante toda a vida.
Entre as pessoas de idade mais avançada, para as quais manter o corpo saudável representa um desafio, a massa óssea encontra-se em redução e os músculos e outros órgãos estão debilitados. Assim, muitos idosos podem obter benefícios da ingestão de alimentos que ajudam a manter a integridade dos tecidos, como o leite de vaca.
Entre outras afirmações sobre o leite de vaca, diz-se que "ele é bom para bezerros" e que o consumo pelo homem "não é natural". As substâncias presentes no leite de vaca que constituem elementos essenciais para os bezerros também são importantes para o homem. Não se pode aceitar que a ingestão do leite bovino não seja natural, tendo em vista o amplo espectro de alimentos ingeridos pelo ser humano. Além disso, mais do que qualquer outro produto animal ou vegetal consumido pelo homem, o leite é um alimento humano por natureza. É graças à seleção natural que os europeus primitivos têm a capacidade de digerir a lactose (um dissacarídeo que é o principal açúcar do leite humano e bovino, e uma substância natural encontrada apenas no leite).
Embora os estudos epidemiológicos forneçam informações muito importantes, podem gerar confusões. A maioria mostra dados sobre associações, que não necessariamente refletem causalidade e, raramente, estabelecem relações causa-efeito. Assim sendo, os estudos possuem fatores - condições, situações e ações - que tendem a coexistir com alimentos particulares e podem ser alvo fácil da "ciência lixo".
Esses fatores, no entanto, não necessariamente representam a causa de um distúrbio com o qual está associado do ponto de vista estatístico. Essa associação pode ser meramente consequência da amostra selecionada ou de uma associação estatística com outros fatores coexistentes. Em outros casos, o fator em questão pode representar uma ligação ou uma causa secundária, ou apenas um agravante da condição.
Geralmente, logo após um estudo científico que demonstra a associação entre uma doença e algo sob investigação, os pesquisadores procuram repetir o estudo e/ou verificar os resultados. Muito freqüentemente, esses estudos apresentam resultados bem diferentes ou até mesmo contrários ao estudo inicial. Essa seqüência de eventos pode não dissuadir grupos e pessoas mal intencionadas e/ou com conhecimento deficiente de apresentar os dados obtidos nos estudos realizados inicialmente. Alguns exemplos de dados obtidos recentemente a partir de estudos epidemiológicos com resultados duvidosos em relação a trabalhos anteriores incluem: que uma dieta pobre em gordura e rica em fibras não parece reduzir o risco do câncer de cólon; que a terapia de reposição hormonal não reduz o risco de doença cardíaca; e que a quantidade de gordura na dieta não é um fator relacionado à incidência do câncer de mama.
Recentemente, os bioflavonóides tornaram-se populares. Tratam-se de substâncias amarelas amplamente encontradas em vegetais e cuja ingestão parece contribuir para a prevenção do câncer e de doenças cardíacas. Evidências epidemiológicas sugerem que pode existir uma correlação entre a ingestão de grandes quantidades de bioflavonóides e algumas formas de leucemia. Resultados de outros estudos epidemiológicos mostram que as isoflavonas (da soja, por exemplo) podem ser um fator adverso no câncer de mama. Isoladamente, esses dados não significam que se deve desencorajar o consumo de alimentos de origem vegetal.
Ainda assim, os oponentes ao consumo dos derivados do leite vêm fazendo algo parecido, com afirmações do tipo "leite causa câncer".
Ressonância magnética cardíaca é segura e efetiva
Nos últimos cinco anos a RMC tem sido cada vez mais utilizada na prática clínica em países europeus como a Alemanha, Espanha, Inglaterra e Portugal. No entanto, existem poucas informações sobre o impacto deste procedimento na prática clínica.
Para avaliar as indicações, qualidade de imagem, segurança e o impacto da RMC sobre a conduta clínica dos pacientes cardiopatas, os pesquisadores analisaram dados de um registro com 11.040 pacientes submetidos à RMC em 20 centros na Alemanha.
Complicações graves que exigiram permanência no hospital, ocorreram em apenas cinco pacientes e, geralmente, foram relacionadas com o estresse do procedimento. Devemos lembrar qua a claustrofobia é um fator limitante para o exame.Nenhum paciente morreu durante a RMC. Complicações leves ocorreram em apenas 1,1% dos pacientes.
As três principais indicações da RMC foram: a miocardite e/ou cardiomiopatias (doenças dos músculo cardíaco) em 32% dos pacientes, estratificação de risco na doença arterial coronariana (obstruções das artérias do coração por placas de gordura) em 31% dos pacientes, e a pesquisa da viabilidade do músculo cardíaco em 15% dos pacientes.Esta última indicação tem como objetivo diferenciar áreas do músculo cardíaco viáveis (vivas) de outras áreas não viáveis (mortas), após um infarto do miocárdio, por exemplo.
Os autores do estudo concluíram que, quando bem indicada, a RMC foi capaz de responder em mais de 98% dos casos as perguntas clínicas realizadas pelos médicos que solicitaram o exame.
Saibam mais sobre as Profissões!! MARKETING

É o conjunto de conhecimentos necessários para estimular trocas satisfatórias entre empresas e consumidores. O profissional de marketing elabora estratégias de vendas de produtos, detectando e aproveitando as oportunidades de mercado, com o objetivo de satisfazer o cliente e obter retorno para uma determinada marca ou produto. Cabe a ele executar estratégias para alcançar os objetivos que a empresa deseja atingir, como lealdade à marca, boa imagem do produto e lucratividade. Pode atuar em qualquer tipo de organização, desde departamentos de marketing de grandes empresas até institutos de pesquisa e órgãos públicos. Está habilitado também a prestar assessoria a pequenos e médios negócios. Dessa forma, sua principal função é promover a marca e o lançamento de produtos, definindo, por exemplo, as estratégias, o público-alvo e o preço a ser estabelecido.
O mercado de trabalho
As chances no mercado são boas tanto para os especialistas em gestão quanto para os que trabalham em pesquisa. Atualmente, as grandes empresas e o setor de serviços têm preocupação em acompanhar o desempenho de seus produtos no mercado e, se for necessário, executar ações para aumentar as vendas. Por isso, cada vez mais abrem postos para esse profissional atuar em planejamento estratégico, pesquisas de mercado e de comportamento de compra e consumo e desenvolvimento de novos produtos, entre outras áreas. Há boas perspectivas também em pequenas e médias empresas que estão investindo em marketing como uma maneira de melhorar seus negócios. Os maiores empregadores estão nas regiões Sul e Sudeste. Norte, Nordeste e Centro-Oeste já buscam gestores para seus departamentos de marketing e vendas, diante do crescimento dos mercados de consumo dessas regiões.O curso
Disciplinas como fundamentos da administração e do marketing aparecem já no primeiro ano, mesclando-se com outras mais gerais, como sociedade, meio ambiente e cidadania. A partir do terceiro ano começam matérias mais específicas como comportamento do consumidor, estatística, finanças, economia, administração estratégica e pesquisa de marketing. Você também estuda produção e leitura de textos e aspectos ligados à gestão em vários segmentos, como gestão de preços, de produtos e de comunicação. No último ano deve-se fazer a opção entre gestão de marketing ou pesquisa de mercado. Na conclusão do curso é exigida a apresentação de um trabalho. Duração média: quatro anos. Outros nomes: Comun. e Mkt.; Comun. Soc. (comun. e mkt.); Comun. Soc. (mkt.); Prop. e Mkt.; Prop., Public. e Criação (mkt.).O que você pode fazer
Quais são os sinais de alerta para a presença da Influenza A (H1N1)?
A presença de pelo menos um dos critérios a seguir, sugere a presença da Influnza A (H1N1):
-Taquipnéia, ou seja, aumento da frequência respiratória (FR).Crianças (até 2meses): FR maior que 60 movimentos respiratórios por minuto (mrpm); crianças com mais de 2 meses e menos que 12 meses: mais que 50 mrpm; crianças entre 1 a 4 anos: mais que 40 mrpm; crianças com mais que 4 anos FR maior que 30 mrpm; adultos: FR maior que 25 mrpm;
-Desidratação;
-Batimento de asa de nariz; tiragem intercostal, cornagem; convulsões;
-Agravamento dos sinais e sintomas iniciais (febre, mialgia, tosse, dispnéia);
-Alteração do estado de consciência;
-Queda do estado geral;
-Alteração dos sinais vitais: hipotensão arterial (pressão arterial mínima menor que 60mmHg ou pressão máxima menor que 90mmHg); frequência cardíaca elevada (mais que 120 batimentos por minuto);
-Febre (mais que 38graus) persistente por mais de 5 dias;
-Oximetria de pulso: saturação de oxigênio menor que 94% (somente se disponível na unidade de atendimento);
-Crianças: cianose (lábios e extremidades roxas); incapacidade de ingerir líquidos ou qualquer um dos sintomas anteriores.
África precisa de mais 800 mil profissionais de saúde para atingir metas do milênio
A África tem cerca de 30% dos 1,16 milhões de médicos, enfermeiros e parteiros de que precisa, segundo estudo publicado no dia 6 de agosto no jornal "Health Affairs". Pesquisadores estimam que custaria US$ 2,6 bilhões para remunerar os profissionais adicionais, se eles estivessem disponíveis.
As estimativas se baseiam na recomendação da Organização Mundial da Saúde de que cada país africano deveria ter pelo menos 2,28 médicos, enfermeiros e parteiros para cada mil pessoas, a fim de alcançar as Metas de Desenvolvimento do Milênio.
Os autores recomendaram que agentes que elaboram diretrizes melhorem a produtividade ao usar mais trabalhadores comunitários de saúde, oferecendo incentivos para motivar e reter trabalhadores e aumentando a capacidade de treinamento.
Outro estudo sobre publicado na Health Affairs afirma que, segunda uma recente pesquisa, a maioria dos trabalhadores de saúde de Uganda relataram baixo moral e insatisfação com suas condições de trabalho e salários.
Metade dos médicos entrevistados afirmou querer deixar o país para melhorar sua situação. A evasão de cérebros - quando profissionais treinados emigram para trabalhar em países que pagam melhores salários - assola os países pobres.
Pesquisadores relatam que não existe um medo imediato de um "êxodo em grande escala" de profissionais de saúde, mas afirmam que a redução da carga de trabalho e o aumento de salários são necessários para motivar e convencer médicos e enfermeiros ugandenses a permanecer no país.
Gozar fora sem usar camisinha é muito arriscado?
"Coito interrompido pode levar à ejaculação precoce. O garoto, ao invés de curtir a garota, suas reações, as demonstrações de prazer e satisfação, e as sensações de seu próprio corpo, fica totalmente ligado no seu órgão genital, para não perder o segundo fatal de “tirar fora”! Com o tempo, a tensão incomoda tanto, que ele prefere fazer tudo rapidinho, e em geral desenvolve a ejaculação precoce. Nem começou, já está acabando..."
Resposta: Gozar fora é a maneira popular de se falar sobre o coito interrompido. Esse é um método arriscado no qual o homem deve retirar o pênis da vagina no momento anterior à ejaculação. Assim, ele deve pressentir esse momento e conseguir controlar sua excitação para não ejacular dentro da vagina da garota. Que difícil, não é?!
Sim, muito difícil e por isso tem um índice de falha de até 19%, ou seja, de cada 100 mulheres que transam, a previsão é que 19 poderão engravidar com esse tipo de comportamento. Sem falar que além de não prevenir adequadamente uma gravidez, também não protege das doenças sexualmente transmissíveis (DST) e AIDS.
Até agora, falamos sobre problemas como gravidez e doenças, que podem ser resultado desse método. No entanto, existem outras consequências indesejáveis relacionadas ao prazer sexual. Aí é preciso responder uma questão: Para que você faz sexo? Se é para ter prazer, curtir carícias, momentos de muita excitação e deixar rolar de um jeito gostoso, até conseguir chegar ao orgasmo, então o coito interrompido definitivamente não é para você.
Imagine só a tensão e atenção, tanto do homem como da mulher, esperando que ele consiga segurar a ejaculação! Se a gravidez realmente não é desejada, não há como ficar relaxado mesmo! Daí, o garoto, ao invés de curtir a garota, suas reações, as demonstrações de prazer e satisfação, e as sensações de seu próprio corpo, fica totalmente ligado no seu órgão genital, para não perder o segundo fatal de “tirar fora”! Com o tempo, a tensão incomoda tanto, que ele prefere fazer tudo rapidinho, e em geral desenvolve a ejaculação precoce. Nem começou, já está acabando...
A garota, por sua vez, com medo que o rapaz não consiga cumprir sua brava missão, e que como consequência ela possa engravidar, não consegue se envolver na transa, curtir as sensações e, na maioria dos casos, nem chega ao orgasmo. Pergunto eu: que graça tem?
Camisinha é excelente alternativa ao coito interrompido
Se não houvesse outros meios de se prevenir, seria compreensível. No entanto, existem vários. A camisinha masculina, por exemplo, é um método muito acessível, barato, inclusive é oferecido gratuitamente em unidades de saúde do governo, fácil de ser usado e eficaz. Além disso, oferece proteção contra as DST e gravidez. E o que o uso desse método exige? Que você aprenda os cuidados de conservação, a colocar e ter os cuidados necessários na hora de tirar. Claro que no início pode parecer complicado. No entanto, os meninos podem treinar seu uso durante a masturbação e as meninas podem treinar usando objetos semelhantes ao formato do pênis. Alguns podem dizer que a camisinha altera as sensações do pênis durante o ato sexual, mas é só usar continuamente, que em pouco tempo isso não acontece mais. E vale a pena!
Falei mais sobre este método porque ele realmente pode ser uma boa alternativa ao coito interrompido, em especial para os adolescentes. Mas existe a camisinha feminina, que tem as mesmas vantagens, mas é relativamente cara; os métodos hormonais, como a pílula, oral e injetável, os adesivos, o anel vaginal, entre outros em que o índice de falha é baixíssimo. Outra hora converso mais a respeito.
E para finalizar, sempre que se inicia a vida sexual e até mesmo antes, quando você já está planejando isso, é importante a consulta a um médico ginecologista, para as meninas, e um urologista para os meninos. Lá, além de saber se tudo anda bem com seus órgãos genitais, fazer exames, também poderá conversar sobre qual método é melhor. Afinal, você é especial, tem uma história única e merece ter uma vida sexual prazerosa. Então assuma a responsabilidade sobre o seu corpo e seu prazer e faça a coisa certa para você!
Amamentação diminui risco de câncer de mama em mulheres com a doença na família
Apesar de vários estudos demonstrarem que a lactação protege contra o câncer de mama, um novo relatório encontrou poucos efeitos nas mulheres pré-menopausa em geral. No entanto, no caso de mulheres com uma parente imediata, como mãe ou irmã, que desenvolveu câncer de mama, as que amamentaram tiveram um risco 59% menor de sofrer de câncer de mama antes da menopausa. Esses dados se aproximam do risco das mulheres que não possuem histórico familiar da doença, descobriu o estudo.
"Fiquei impressionado", disse Dr. Alison M. Stuebe, primeiro autor do estudo e professor assistente de obstetrícia e ginecologia da Universidade da Carolina do Norte, em Chapel Hill. "É uma redução impressionante no risco. Outros estudos ou não observaram esse aspecto ou não incluíram mulheres o suficiente com histórico familiar para encontrar uma diferença estatisticamente significativa".
O novo estudo, publicado no "The Archives of Internal Medicine", usou informações de 60.075 participantes do segundo Harvard Nurses' Health Study.
Mais pesquisas são necessárias para replicar as descobertas e mostrar que o risco reduzido é resultado da amamentação, e não de algum outro fator comum às mulheres que amamentaram. No entanto, Stuebe sugeriu que a amamentação pode provar ser uma estratégia tão eficaz para mulheres de alto risco quanto o uso do tamoxifeno, uma droga que interfere na atividade estrogênica e é muitas vezes usada em mulheres que apresentam altos riscos de desenvolver câncer de mama.
A amamentação é promovida principalmente por estar relacionada à melhor saúde do bebê, mas as mães aparentemente também obtêm vantagens de longo prazo. Estudos descobriram que mulheres que amamentaram tiveram menor tendência a desenvolver, décadas mais tarde, osteoporose, câncer de ovário, pressão alta e doenças cardíacas.
Mulheres que amamentam tendem a ser mais informadas e ter uma renda mais alta do que as que alimentam os bebês por mamadeira. Assim, desassociar os efeitos da lactação daqueles provenientes de outros hábitos e comportamentos pode ser difícil.
No estudo mais recente, os dados vieram de mulheres que participaram do Nurses' Health Study, de 1997 a 2005. As mulheres deram à luz e forneceram informações detalhadas sobre seus hábitos e histórico médico, incluindo amamentação, em 1997, antes que qualquer uma delas desenvolvesse câncer de mama. Cerca de 87% das mulheres amamentaram, por menor que fosse o período. Em junho de 2005, o câncer de mama pré-menopausa foi diagnosticado em 608 mulheres. Aquelas que tinham histórico familiar de câncer de mama, mas que amamentaram, desenvolveram apenas 41% mais casos de câncer do que aquelas com histórico familiar de câncer (mas que não amamentaram seus bebês).
Entretanto, não houve benefícios maiores se as mulheres amamentaram sem dar outros alimentos ou por períodos mais longos, levantando questionamentos sobre as conclusões do estudo, disse Dra. Louise Brinton, presidente do setor de hormônios e epidemiologia reprodutiva do Instituto Nacional do Câncer.
"Eu teria cautela na interpretação dessas informações", disse Brinton. "Esperávamos ver uma relação de resposta a drogas com a amamentação, se esse for realmente um fator de proteção". Curiosamente, as mulheres que tomaram medicamentos para prevenir a formação de leite tiveram menos risco de câncer de mama do que aquelas que não amamentaram, mas que não tomaram drogas de supressão da lactação, descobriu o estudo.
Cientistas alemães implantam coração artificial de 92 gramas
A operação aconteceu no final de julho e a paciente, uma mulher de 50 anos que sofria de insuficiência cardíaca, já se recuperou.
"Ela superou com sucesso a operação, de três horas e meia, e agora queremos esperar para ver como seu corpo reage", afirmou o médico e chefe do departamento, Arjang Ruhparwar.
O aparelho, de dimensões mínimas, foi implantado no pericárdio.
Os corações artificiais anteriores pesavam mais de um quilo, explicou Ruhparwar.
O especialista afirmou que a inovação consiste em "seguir a mesma tendência dos telefones celulares, quanto menor e rápido for, melhor".
Este é o menor coração artificial do mundo e é capaz de executar todas as funções do ventrículo esquerdo e de operar de forma simples e eficaz.
Ruhparwar disse que funciona ao mesmo tempo que segue o ritmo sanguíneo de forma exata, algo que os antigos aparelhos não podiam fazer totalmente.
Os funcionários do hospital explicaram que o minicoração permite aos pacientes levar uma vida quase normal.
A única coisa que os pesquisadores não conseguiram resolver é que a fonte de alimentação usada pelo aparelho ainda fica fora do corpo.
Butantã usa molécula de carrapatos em pesquisa contra o câncer
Brasil fecha acordo para produzir vacinas contra meningite e pneumonia
Segundo o Ministério da Saúde, a Fiocruz entregará anualmente 13,1 milhões de doses da vacina, quantidade suficiente para imunizar os 3,2 milhões de bebês que nascem a cada ano. Além da incorporação da nova vacina ao PNI e da transferência gradual de tecnologia para produção no Brasil, o acordo firmado entre a Fiocruz e a GSK define uma parceria para a instalação, na Fiocruz, de plataformas para pesquisa e desenvolvimento de vacinas contra dengue, febre amarela e malária vivax.
Investigue os problemas de fertilidade
Aí entra a necessidade de mapear exatamente o que acontece no corpo dos futuros pais por meio de exames, consultas e levantamento de histórico médico. “Normalmente, a primeira visita é ao ginecologista, capaz de tratar os problemas mais simples. Ele deve pedir radiografia do útero e das trompas, exames hormonais, sorologia para sífilis, hepatite, HIV e espermograma para o companheiro”, diz Paulo Olmos, do Projeto de Reprodução Humana Alfa, em São Paulo.
Nada impede, é claro, que o paciente consulte imediatamente um especialista em fertilidade. “Não é por que faz fertilização in vitro que o médico recomendará o tratamento sem necessidade”, enfatiza Olmos. Nesse caso, a bateria de exames para checar a saúde do casal é a mesma, podendo já incluir outros testes mais específicos.
Feito o diagnóstico, indica-se uma técnica mais adequada para o problema do casal. Muitas vezes um tratamento mais leve, como estimulação de ovulação por meio de injeções de hormônio, pode ser recomendado e, se não surtir efeito, a inseminação artificial ou a fertilização in vitro é indicada. Outras situações pedem de imediato esse tipo de intervenção. “Ao todo, 50% dos que procuram minha clínica conseguem engravidar com terapias simples, enquanto os outros 50% recorrem a técnicas de reprodução assistida”, revela Olmos.
As recomendações variam caso a caso e apenas o médico pode orientar o que fazer. O mais importante na hora de procurar um especialista é ter consciência de que nenhuma técnica é garantia de gravidez imediata. “Os casais precisam ter isso em mente para não se decepcionar ao longo do tratamento”, diz Newton Busso, fundador do Projeto Beta e professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.
Cães de estimação ficam mesmo parecidos com seus donos?

A AFIRMAÇÃO
Alguns cachorros se parecem com seus donos.
OS FATOS
Eles podem ser melhores amigos, mas será que homens e cachorros são tão ligados que tendem a "puxar" a aparência uns dos outros?
Essa é uma daquelas perguntas eternas e peculiares, pelo menos para donos de cachorros. Porém, apenas recentemente os cientistas têm observado mais de perto essa curiosidade através de estudos.
Em 2004, pesquisadores em San Diego descobriram que participantes de um estudo puderam algumas vezes emparelhar corretamente imagens de donos de cachorros com seus animais, mas somente quanto os cães eram de raça pura. Características simples, como cabelo e tamanho, tiveram uma importância menor que itens como expressão facial.
No mesmo ano, psicólogos da Universidade da Carolina do Sul desafiaram as descobertas num estudo separado, apontando falhas na elaboração da pesquisa. Quando os pesquisadores de San Diego rebateram com uma nova análise que confirmou as descobertas iniciais, o debate parecia entrar num impasse.
No começo deste ano, um cientista na Inglaterra se juntou à briga, com um estudo no qual 70 participantes foram orientados a emparelhar imagens de 41 donos de cachorros a uma de várias raças. Eles conseguiram emparelhar com sucesso mais da metade das vezes.
Similarmente ao estudo de San Diego, os participantes contaram, mais tarde, terem emparelhado as imagens buscando traços de personalidade que, segundo eles, seriam compartilhados pelos cães e seus donos. Os cientistas suspeitam que algumas pessoas buscam certos traços ou predisposições que refletem sua própria personalidade, quando escolhem um cachorro.
A CONCLUSÃO
Alguns estudos argumentam que cachorros podem se parecer com seus donos, mas essas pesquisas ainda são alvo de debates.
Programe a gravidez
Por isso, é natural que o exame de gravidez só dê positivo por volta de um ano após o início das tentativas. “Esse é o tempo que quase 80% dos casais levam para ter um filho. Se aumentar a espera para dois anos, o percentual sobe para 98%”, diz Gilberto Freitas, responsável pelo Setor de Reprodução Humana do Hospital Pérola Byington, em São Paulo.
Mas, no geral, quando a cegonha não vem depois de mais de 12 meses de tentativas, é sinal de que há algo errado com uma das partes envolvidas no projeto de gerar um bebê ¬– sem falar quando o problema está nos dois protagonistas da história. “Nesse caso, o mais aconselhável é pedir ajuda a um especialista”, recomenda Freitas. Um ano tentando engravidar já é o suficiente para dar início a uma bateria de exames que diagnosticam distúrbios por trás dessa frustração.
Essa regra, no entanto, não é válida para pessoas jovens, com saúde em dia e sem histórico de cirurgia ou problemas no aparelho reprodutivo. A palavra jovem aqui merece atenção especial, principalmente no caso das mulheres. Isso porque a idade delas é um dos fatores que mais influenciam na dificuldade de ter filhos. A explicação é simples: os óvulos envelhecem com o avançar dos anos, perdendo gradativamente a capacidade reprodutiva.
“O auge da fertilidade feminina acontece entre os 18 e 20 anos”, explica o especialista em reprodução humana Paulo Olmos, do Projeto de Reprodução Humana Alfa, em São Paulo. “A partir daí, começa o declínio e, aos 35 anos, as condições para gerar um bebê decaem para 70%. Aos 38, essa porcentagem cai para 50%, chegando a 10% após os 40 anos”, finaliza.
O mesmo raciocínio também vale para as técnicas de reprodução assistida, que têm o seu sucesso atrelado às condições físicas da candidata à mãe. Dessa forma, mulheres que já estão na terceira década de vida e desejam engravidar não devem demorar em procurar o auxílio de um médico. “Se já tem ou passou dos 35 anos, bastam seis meses de tentativas naturais. Esperar além disso pode significar a diminuição nas chances de um resultado positivo em métodos como a fertilização in vitro”, diz Olmos.
Antecedentes médicos – como cirurgia para tratar endometriose nas mulheres (quando o tecido que reveste a cavidade uterina invade outras partes do corpo) e para os homens alguma operação nos testículos – podem estar diretamente relacionados a problemas de fertilidade. Quem já passou por esses procedimentos deve procurar um especialista tão logo decida encomendar um bebê.
Posições favoráveis e desfavoráveis ao sono reparador e à saúde
A posição ao deitar-se para dormir, o colchão e o travesseiro podem influenciar a saúde da coluna.
| Durante o sono o decúbito dorsal (deitar com a barriga voltada para cima) e lateral (para os lados esquerdo ou direito) são as melhores posturas. |
O ideal para quem não tem dores é dormir de lado, mas se há lesões já instaladas na coluna ou problemas respiratórios o melhor é dormir de barriga pra cima.
Ao estar de lado a coluna fica reta desde que seguido os coxins (travesseiros entre os braços e pernas) pois permite o repouso dos músculos, já que eles não precisam trabalhar durante a noite toda para encontrar uma posição confortável e para manter a postura correta.
| Deve-se evitar dormir de barriga para baixo, já que isso pode agravar as dores nas costas e no pescoço. Além disso, pessoas que apresentam dor nas costas devem evitar dormir com a barriga para baixo. |
Devemos utilizar um travesseiro da altura do ombro ao dormir de lado e em decúbito dorsal. O travesseiro deve ser bem baixo, exceto para pessoas com hipercifose (giba), ou seja, aumento pronunciado da concavidade da curva torácica, que necessitam de travesseiros mais elevados.
O uso inadequado do travesseiro pode desencadear contratura muscular na região cervical, o chamado torcicolo, que causa dor intensa e rigidez no pescoço. Geralmente, a tensão muscular reduz durante o primeiro ou segundo dia com a utilização de analgésicos e com o uso de colar cervical, forma de imobilizar parcialmente a coluna cervical.
Para dormir melhor o ideal é colocar o travesseiro sob a cabeça e não sob os ombros; evite travesseiros com muito enchimento, pois eles não deixam a cabeça descansar em uma posição neutra.
| Dormir de lado com os joelhos levemente dobrados e com um travesseiro entre os joelhos é ideal. |
E para manter uma melhor acomodação dos ombros é importante nessa posição dormir abraçando uma almofada, um travesseiro ou até mesmo o companheiro. Essa é a melhor maneira de manter uma postura corporal adequada enquanto permanecer deitado.
Evite torcer as pernas em direção ao tórax. Se for necessário dormir de barriga pra cima, coloque um travesseiro sob os joelhos para dar um apoio à curvatura normal da parte inferior das costas (a coluna lombar).
Colchão
Muitos fabricantes de colchões promovem os de superfície extrafirme, mas pode ser que o colchão seja firme demais. Do mesmo modo, alguns colchões podem ser macios demais, especialmente os que possuem uma cobertura extramacia de penas. Nenhuma das duas situações permite o repouso dos músculos, já que eles precisam trabalhar durante a noite toda para encontrar uma posição confortável e para manter a postura correta. Isso gera sensação de cansaço ao acordar.
O importante é que o corpo mantenha-se alinhado no colchão sem afundar ou arquear e que a pessoa sinta conforto ao deitar
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