veterano da revolta de Mau Mau, em 1950, contra as forças de colonização britânicas, que nunca teve a chance de estudar quando criança, virou uma celebridade nacional e um símbolo da educação gratuita em todo o mundo. Em 2005, ele viajou para as Nações Unidas, em Nova York, para pedir aos líderes de todo o mundo educação aos pobres. Ele continuou estudando mesmo depois que sua casa foi queimada durante os distúrbios pós-eleições que aconteceram no país no ano passado. Ele teve que se mudar para um campo de refugiados e, depois, para uma casa de idosos em Nairóbi, capital do país. A imprensa local diz que faltavam apenas dois anos para ele completar os estudos. Em entrevista de 2006, Maruge disse à Reuters que ele queria ir para a escola para poder ler a Bíblia e que pararia de estudar apenas se ficasse cegou ou morresse. "A liberdade é aprender", disse na época.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Aos 90 anos, morre no Quênia o estudante "mais velho do mundo"
Morreu nesta sexta-feira (14), no Quênia, Kimani Maruge, de 90 anos, considerado o estudante "mais velho do mundo". Maruge, um fazendeiro analfabeto, ganhou a mídia internacional quando resolveu estudar após a introdução da escola primária gratuita no país, em 2003, pelo presidente Mwai Kibaki. A televisão queniana disse que ele foi diagnosticado com câncer no começo deste ano e passou por uma cirurgia. Sua saúde se deteriorou desde então. O
veterano da revolta de Mau Mau, em 1950, contra as forças de colonização britânicas, que nunca teve a chance de estudar quando criança, virou uma celebridade nacional e um símbolo da educação gratuita em todo o mundo. Em 2005, ele viajou para as Nações Unidas, em Nova York, para pedir aos líderes de todo o mundo educação aos pobres. Ele continuou estudando mesmo depois que sua casa foi queimada durante os distúrbios pós-eleições que aconteceram no país no ano passado. Ele teve que se mudar para um campo de refugiados e, depois, para uma casa de idosos em Nairóbi, capital do país. A imprensa local diz que faltavam apenas dois anos para ele completar os estudos. Em entrevista de 2006, Maruge disse à Reuters que ele queria ir para a escola para poder ler a Bíblia e que pararia de estudar apenas se ficasse cegou ou morresse. "A liberdade é aprender", disse na época.
veterano da revolta de Mau Mau, em 1950, contra as forças de colonização britânicas, que nunca teve a chance de estudar quando criança, virou uma celebridade nacional e um símbolo da educação gratuita em todo o mundo. Em 2005, ele viajou para as Nações Unidas, em Nova York, para pedir aos líderes de todo o mundo educação aos pobres. Ele continuou estudando mesmo depois que sua casa foi queimada durante os distúrbios pós-eleições que aconteceram no país no ano passado. Ele teve que se mudar para um campo de refugiados e, depois, para uma casa de idosos em Nairóbi, capital do país. A imprensa local diz que faltavam apenas dois anos para ele completar os estudos. Em entrevista de 2006, Maruge disse à Reuters que ele queria ir para a escola para poder ler a Bíblia e que pararia de estudar apenas se ficasse cegou ou morresse. "A liberdade é aprender", disse na época.
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